PL do reajuste dos professores tramita na Aleam e poderá ser votado até dia 22, afirma Josué Neto

A greve dos trabalhadores da educação já completou 30 dias em todo o Estado.
15/05/2019 16h35 - Atualizado em 16/05/2019 07h04
Foto: Divulgação

Redação AM POST

O projeto que trata do reajuste dos professores já está tramitando na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) e segundo o presidente, deputado estadual Josué Neto, poderá ser votado até o dia 22, na próxima semana. Em entrevista à imprensa nesta quarta-feira (15), o presidente informou que a votação da proposta vai depender das conversas com a categoria e com o Executivo. A greve dos trabalhadores da educação já completou 30 dias em todo o Estado.

“Hoje nós estamos no primeiro dia de tramitação e a previsão é que na próxima quarta-feira, dia 22 possamos votar essa matéria com a apresentação de emendas para atender os professores. Não haverá tramitação em forma de urgência, estamos voltando para o marco zero”, disse Josué.

A matéria, de autoria do Governo do Estado, chegou ao Parlamento no final do expediente da terça-feira (14) e prevê reajuste de 4,73%. Nesta quarta-feira (15) a proposta entrou na pauta sob o número 293/2019.

O deputado se reuniu com representantes da categoria e enfatizou que a Assembleia está cumprindo o que se propôs a fazer anteriormente, que era dialogar com os profissionais, assim que a proposta do Governo chegasse na Casa. Josué disse ainda que a matéria poderá receber emendas dos deputados ou até mesmo do Executivo para que contemple alguns pleitos além dos que já constam no projeto.

O reajuste dos auxílios localidade, alimentação e a concessão do vale-transporte para professores com carga horária de 40 horas, além de rever o contrato firmado entra a Secretaria de Educação (Seduc) e o plano de saúde Hapvida, são algumas das reivindicações dos profissionais da educação.

“O que precisamos fazer nesse momento é sentar, dialogar e é isso que a nossa Casa está fazendo para que em definitivo a greve seja encerrada. A paralisação não é algo bom para ninguém, nem para aluno, pai de aluno, professor, para o Estado, para a economia. Em Manaus já sentimos o impacto, mas nos municípios do interior o impacto negativo é maior”, explicou Josué.

*Com informações da Assessoria de Imprensa


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