Para Arthur, ‘Manaus é exceção’ diante do desequilíbrio econômico de Estados e municípios

O prefeito justificou dizendo que a capital amazonense está com suas contas públicas ajustadas.
07/06/2019 14h54 - Atualizado em 8/06/2019 17h02

Redação AM POST

Em mais um artigo publicado nas suas redes sociais, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, avaliou que “Manaus chega a ser uma exceção” entre as cidades e Estados brasileiros, que vivem um momento de desequilíbrio econômico. Para ele, a atual situação “prejudica as populações e dificulta nossos horizontes de futuro”, defendeu na publicação feita na noite de quinta-feira, 6/6.

Arthur justificou que a capital amazonense está com suas contas públicas ajustadas e citou como exemplo a Manaus Previdência, com mais de R$ 1 bilhão investidos em fundos lucrativos, rendendo anualmente a inflação e mais 6% do valor. Ele destacou, ainda, que a cidade é avaliava como “triple A”, que lhe garante créditos nacionais e internacionais para alavancar as obras e projetar seu crescimento.

“Foram seis longos anos para que essa maturidade institucional e essa segurança financeira se consolidassem e se pudesse pensar não mais em agonias do cotidiano, mas sim em projetos estratégicos de curto e médio prazos”, escreveu Virgílio, acrescentando que essa não é a realidade brasileira. “Estados deficitários, municípios asfixiados, governantes intranquilos, governados inseguros”, completou.

Arthur também considerou justo o plano elaborado pelo economista Mansueto Almeida, secretário do Tesouro Nacional, a quem avaliou como “um dos mais competentes macroeconomistas do país”, disse. O plano fala da concessão de avais da União para entes desorganizados econômica e administrativamente, que renderiam R$ 40 bilhões em quatro anos e ajudariam no reequilíbrio de Estados e municípios.

“Esse dinheiro não seria jamais repassado ‘de mão beijada’ para governantes menos ajuizados. Metas de ajuste fiscal e regularização previdenciária seriam exigidas e a, digamos, cada trimestre, elas teriam que estar sendo cumpridas, para que nova liberação se tornasse viável. Ou seja, o plano Mansueto não virá para premiar incompetentes e negligentes; seu objetivo é ajudar as populações prejudicadas a sair do buraco, evitando ao mesmo tempo, que mais farras com o dinheiro público venham a acontecer”, alertou o prefeito de Manaus.

Em seu sétimo ano de governo, o prefeito de Manaus ponderou que “gestor eficiente é o que faz os gastos do Estado ou município que governa caberem nos seus orçamentos”, afirmou, completando que também é preciso melhorar a qualidade dos gastos dos recursos públicos, bem como saber aplicar cada centavo de investimento.

“Parabenizo a equipe econômica do meu governo pela segurança e acerto com que age. O mesmo em relação a todo o secretariado, que compreendeu que governar não é jogar dinheiro pela janela; é buscar resultados positivos em cada decisão adotada. Nosso governo persegue a excelência administrativa, estabelecendo metas e perseguindo, através de atenta fiscalização, o cumprimento de cada uma delas”, finalizou o prefeito de Manaus.

*Com informações da Assessoria de Imprensa


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