Promessa de Bolsonaro de botar ministro evangélico no STF abre corrida por vaga

Apesar de ainda faltar muito tempo para a indicação a fala do presidente já abriu uma corrida com especulações.
11/07/2019 14h49 - Atualizado em 11/07/2019 14h49
Foto: Reprodução

Redação AM POST*

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) se comprometeu a entregar uma das duas vagas que poderá indicar para o Supremo Tribunal Federal (STF) a um ministro evangélico. A promessa foi feita nesta quarta-feira (10) à Frente Parlamentar Evangélica em um culto na Câmara de Deputados, antes da retomada dos debates que culminaram na aprovação em primeiro turno da reforma da Previdência.

Apesar de ainda faltar muito tempo para a indicação a fala de Bolsonaro já abriu uma corrida com especulações entre os que preenchem o principal pré-requisito para o posto. A primeira vaga será aberta em novembro de 2020, com a saída do decano Celso de Mello e a outra outra em julho de 2021, quando será a vez de Marco Aurélio de Mello deixar o cargo.

No Planalto, atualmente, a torcida é para que o chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), André Luiz Mendonça, fique com o posto, ele é Pastor da Igreja Presbiteriana, em Brasília. Outros dois nomes surgem como alternativas para o cargo são eles o juiz federal Marcelo Bretas, da Operação Lava-Jato, no Rio, e frequentador da Comunidade Evangélica Internacional da Zona Sul e o também juiz federal William Douglas, escritor de livros cristãos, coach motivacional e pregador em diversas denominações evangélicas.

*Com informações do O Globo


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