Manifestantes voltam às ruas de Manaus em defesa de mais recursos para educação

Ato unificado contra o contingenciamento de recursos da educação está sendo feito nesta tarde na Praça da Saudade, Centro de Manaus.
13/08/2019 14h49 - Atualizado em 14/08/2019 14h26
Foto: MÁRCIO SILVA

Redação AM POST*

Convocados por entidades sindicais e movimentos estudantis, professores, técnico-administrativos e estudantes da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) participam na tarde desta terça-feira (13) na Praça da Saudade, Centro de Manaus de ato unificado contra o contingenciamento de recursos da educação, em defesa da autonomia das universidades públicas e contra a reforma da Previdência.

Em Manaus, representantes da ADUA e do Sintesam panfletaram, na manhã de desta terça, no Bosque da Resistência (em frente ao campus da Ufam). Com carro de som, os manifestantes convidaram a todos e todas a participarem do ato unificado, às 15h, na Praça da Saudade, no Centro da cidade.

Povos indígenas do Amazonas irão participar da “Greve Nacional em Defesa da Educação, da Democracia e contra a Reforma da Previdência” em Manaus. Organizados para a IV Marcha com tema “Avançando e Acelerando os Passos da Luta pela Existência e Vida Plena”, o grupo tem programação também nos dias (14) e (15) de agosto.

No Instituto de Ciências Sociais, Educação e Zootecnia (ICSEZ), em Parintins, a programação inicia às 18h com exposição de projetos, o debate “Future-se e A Destruição da Universidade Pública” e Sarau da Resistência com artistas locais, no campus.

Protesto Nacional
Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), há atos agendados em ao menos 170 cidades dos 26 estados, além do Distrito Federal. A manifestação nacional é uma continuidade da mobilização de maio, organizada em defesa da manutenção das verbas para o ensino superior. Para a União Nacional dos Estudantes (UNE), os contingenciamentos anunciados pelo governo afetam não só o ensino superior, mas também a educação básica, o ensino médio e programas de alfabetização.

De acordo com a UNE, os protestos também são contra a proposta do Ministério da Educação (MEC) de instaurar o programa Future-se, que, segundo a pasta, busca o fortalecimento da autonomia administrativa, financeira e da gestão das universidades e institutos federais. Para as entidades sindicais e movimentos estudantis, o projeto transfere atribuições dos governos para o mercado.

*Com informações de Assessoria de Imprensa e Agência Brasil


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