17/07/2015 11h48 - Updated 17/07/2015 11h48

Bibiano Fernandes defends the belt weights Rooster Saturday (18)

Photo: disclosure
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A experiência contra a juventude posta frente a frente mais uma vez no MMA. Assim pode ser definida a luta entre o amazonense Bibiano “The Flash” Fernandes (AMC Pankration) – 17-3-0 que enfrenta a revelação finlandesa Toni “Dynamite” Tauru (MMA UTTI) 10-1-0, em Yangon, Myanmar, in this Saturday (18). Os dois fazem o combate principal do One Fighting Championship – edição Kingdom Of Warriors.

E apesar da vantagem nos números, o brasileiro prega precaução diante da promessa europeia. Segundo Bibiano, a diferença entre os dois se resume a uma palavra: a técnica.

“Quanto a ele, o que ele faz, como deixa de fazer, não me importo. O que me interessa é a técnica dele. O que importa é a mentalidade. Luto na Ásia fazem há 9 anos e estou adaptado. O que ele é ou o que ele faz não me importa. Vou fazer o que tem ser feito. Chegou a hora de colocar o carro na pista e testar. E é isso que vou fazer”, disse o detentor do cinturão dos galos (até 61kg).

Nos últimos quatro são nove lutas: Cinco pela maior organização de MMA da Ásia atualmente, o OneFC. E quatro pelo extinto Dream, onde também era detentor do cinturão. Independente disso, as nove lutas sem derrota não sobem a cabeça do manauaense.

“Definitivamente isso não me importa. Sou focado em treinar, lutar e fazer a minha parte. Tenho família e minhas responsabilidades para cumprir e é isso o que eu quero fazer. Quero trabalhar, ficar com a minha família. Cuidar dos três filhos e trabalhar. Essa é a minha realidade. Não me preocupo com os números. Para falar a verdade, eu nem lembrava que já faziam nove lutas que não perdia”, disse o lutador que tem no currículo, o tri campeonato mundial de Jiu Jítsu.

No currículo, a fera da arte suave tem pelo menos dez lutas no continente asiático. According to him, só um local faria o detentor do cinturão dos pesos galos pensar em não lutar do outro lado do mundo.
“Se fosse para lutar em outro lugar, que fosse no Brasil. Só fiz uma luta no meu país, que foi em 2004. So, se eu pudesse lutar em outro continente, minha preferência seria lutar no Brasil”, finished.

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