Afraid, Dilma seeks political support to avoid Eduardo Cunha maneuvers

28/07/2015 09h18 - Updated 28/07/2015 09h18
Photo: Look

A presidente Dilma Rousseff cobrou na segunda-feira, 27, from 12 ministros que mobilizem as bancadas de seus partidos para impedir que propostas pedindo o seu afastamento do cargo contaminem a pauta do Congresso a partir da próxima semana, quando terminar o recesso parlamentar.

Com receio de que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), admita a tramitação dos pedidos de impeachment antes mesmo dos protestos marcados para 16 of August, o governo iniciou uma estratégia para pôr um freio de arrumação na base aliada.

Em reunião com o vice-presidente Michel Temer e os ministros, on Monday afternoon, Dilma pediu ajuda para garantir apoio político no Congresso e evitar as manobras de Cunha, que rompeu com o governo após o lobista Júlio Camargo, delator da Operação Lava Jato, acusá-lo de receber US$ 5 million in kickbacks.

Dilma disse no encontro que o caso de corrupção na Petrobras, revelado pela Lava Jato, provocou instabilidade política e econômica. Segundo dois ministros ouvidos pelo jornal “The State of S. Paulo”, a presidente observou que, por causa da sucessão de escândalos, the Gross Domestic Product (START) caiu um ponto.

A preocupação de Dilma é com o agravamento da crise em agosto, quando o Congresso retoma suas atividades, e com os protestos de rua pelo impeachment convocados em todo o País que na segunda-feira ganharam o apoio formal do PSDB, principal partido de oposição.

Segundo o senador Aécio Neves (PSDB-MG), os tucanos vão utilizar inserções partidárias de TV na próxima semana para estimular a participação popular nos atos pró-impeachment.

Ao falar na segunda-feira sobre os planos do governo para superar dificuldades, Dilma reforçou o pedido para que ministros conversem com deputados e senadores dos partidos aliados com o objetivo de impedir, also, a votação da chamada “guided bomb”, que aumenta as despesas e coloca sob risco o ajuste fiscal.

Ela chegou a citar o projeto que foi obrigada a vetar, aumentando os salários do Judiciário em até 78,5%.

On thursday, Dilma vai se reunir com 27 governors, em mais uma tentativa de obter sustentação política.

Se esperar só da União, não há solução. Eu acho que os governadores serão bons articuladores, especialmente em benefício dos Estados”, comentou Temer, após a reunião de segunda-feira. “Quando se tem aumento de despesas na área federal, isso repercute em cascata nos Estados. De modo que eles serão bons aliados.

Novo tom

Dez dias depois de romper formalmente com o governo, Cunha disse na segunda-feira, durante um almoço com empresários em São Paulo, que vai tratarde forma técnica e jurídicaos pedidos de impeachment que foram protocolados na Câmara e que, nos casos em que houver fundamento, os pareceres serão acolhidos.

O discurso do peemedebista aos empresários reunidos pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide) marca uma mudança de tom em relação às suas intervenções sobre o tema.

Durante um evento organizado pelo mesmo grupo em abril, in Bahia, Cunha rechaçou prontamente a ideia de acolher os pedidos de impeachment contra a presidente.

at that time, o PSDB ensaiava apresentar um pedido em conjunto com as demais siglas de oposição. “O que vocês chamam de pedalada é a má prática de se adiar investimento para fazer superávit primário. Isso vem sendo praticado nos últimos 15 anos sem nenhuma punição”, he said.

On Monday, diante da mesma plateia, o discurso foi outro. “Vamos tratar tudo e todos de forma técnica e jurídica. Havendo fundamento, o processo será analisado.

Em um sinal de que poderia usar o impeachment como mais uma forma de desgastar o governo, Cunha encaminhou ofício para que todos os responsáveis pelos pedidos apresentados até o começo do recesso adequassem seus documentos às normas do regimento. O procedimento não é usual. Normally, os pedidos fora do formato exigido são imediatamente arquivados.

Aos empresários, However, o deputado afirmou que não pretendeincendiar” the political landscape. “Eu vou separar muito bem isso. Vou ter até uma cautela, para não antecipar meu julgamento, ou parecer que qualquer tipo de posicionamento tem a ver com a mudança do meu posicionamento político, que eu anunciei publicamente”, said.

O impeachment não pode ser tratado como recurso eleitoral”, concluded. (Colaborou Rafael Moraes Moura) The information is the newspaper O Estado de S. Paulo.

Source: Exame.com


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