21/07/2015 07h38 - Updated 21/07/2015 07h38

'I'm not war rifle', says Eduardo Cunha after breaking up with the government

Apesar do discurso, o peemedebista já autorizou a criação de duas CPIs.
Photo: reproduction
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Depois de romper com o governo, the mayor, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), adotou tom mais ameno e até falou emharmoniaentre os Poderes da República. Apesar do discurso, o peemedebista já autorizou a criação de duas CPIs incômodas e se debruça sobre o rumo que dará aos pedidos de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Ele também protocolou no Supremo Tribunal Federal uma reclamação contra o juiz responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância, Sergio Moro, e pediu que o processo no qual foi citado como beneficiário de propina seja remetido ao Supremo.

Ao chegar na Câmara nesta segunda-feira, Cunha disse que a mudança do alinhamento político não interfere no comando da Casa. “Será o que estava sendo feito até hoje: a independência de poderes com harmonia. Não precisa estender bandeira branca porque eu não estou de fuzil de guerra. Apenas estou em alinhamento político diferente do que eu estava antes”, he said.

A declaração do peemedebista é uma resposta ao líder do governo, deputado José Guimarães (FOR WHAT). O petista reuniu-se nesta manhã por mais de duas horas com o conselho político de Dilma e disse que, apesar dos ataques, a ordem é não bater de frente com o peemedebista.

Nós vamos começar o segundo semestre estendendo a bandeira da paz. Nesses momentos de tensão, sempre é bom estender a bandeira branca”, he said. “Nós temos de construir uma agenda nacional. A Câmara não pode ficar nesse mata-mata, nesse zero a zero entre oposição e governo e, now, com o presidente. Nós vamos ter uma relação proativa e eu vou discutir e dialogar o que é melhor para o país, independentemente de uma divergência pessoal”, continued.

Assim como deu declarações mais brandas sobre o governo, o presidente da Câmara também evitou criticar o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a quem ele acusou de comandar uma investigaçãoseletiva” in Operation Lava Jato – da qual é um dos alvos. Questionado sobre declaração de Janot, de queinvestiga fatos, jamais instituições”, Eduardo Cunha evitou tecer novos comentários.

STF – Cunha tenta suspender a ação penal na qual foi citado por Júlio Camargo, one of the informers of Lava Jato. A questão será decidida pelo presidente do STF, Ricardo Lewandowski, responsável pelas deliberações no recesso na Corte. Last week, Camargo, ex-consultor da empresa Toyo Setal, said, em depoimento a Sergio Moro, que Cunha pediu 5 milhões de dólares de propina para que um contrato de navios-sonda da Petrobras fosse viabilizado. Os advogados pediram a suspensão do processo por entender que cabe ao Supremo presidir o inquérito, em função da citação do presidente da Câmara, que tem foro especial por prerrogativa de função.

No quadro exposto nessa petição, é evidente a usurpação de competência do Supremo Tribunal Federal por parte do Juízo reclamado ao proceder investigações em face do reclamante, a demandar urgente adoção de providências por essa egrégia Suprema Corte”, argumentou a defesa. Após a divulgação do depoimento, Cunha voltou a negar que tenha recebido propina de Júlio Camargo.

Na ação em que Cunha foi citado, são réus o ex-diretor da Área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró, the money changer Alberto Youssef, o empresário Fernando Soares, known as Fernando Baiano, acusado de arrecadar propina, e Júlio Camargo. Cunha já é investigado em um inquérito no STF que apura se ele apresentou requerimentos para investigar empresas que pararam de pagar propina nos contratos dos navios-sonda.

Source: Veja.com

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