27/08/2015 17h40 - Updated 28/08/2015 01h18

SSP-AM estuda ampliação do sistema de policiamento aéreo

A ideia é usar aeronaves para auxiliar perseguições e remoções médicas.
Photo: Sharon Marques
Photo: Sharon Marques

The Secretariat of Public Security of the Amazon (SSP-AM) criou uma comissão para avaliar os recursos aéreos das Polícias Civil e Militar, com a finalidade de ampliar as possibilidades de emprego nas ações que compõem o Sistema de Segurança Pública. O assunto foi tema de reunião na tarde da última quarta-feira (26) na sede da SSP-AM.

Segundo o secretário de Segurança Pública do Amazonas, Sergio Fontes, a comissão vai organizar e estruturar a aviação policial no sistema. “Serão implementadas ações integradas de emprego das aeronaves, prevenção e repressão da violência no Amazonas. Dessa forma vamos ter mais otimização das aeronaves e garantir a segurança da população junto com os helicópteros que já vem sendo usado pelas Polícias Civil e Militar e Corpo de Bombeiros”, said.

Ele afirma que o uso das aeronaves de forma integrada entre as instituições policiais vai potencializar a operação dos helicópteros e aumentar o raio de alcance operacional, chegando a áreas mais distantes. “Temos planos de usar aviões em missões que não se aplicam aos helicópteros, com um custo benefício melhor para o Estado, e serão essenciais para o transporte logístico e de tropa, e remoções aero médicas de longa distância”, destaca o secretário.

A comissão está sendo coordenada pelo secretário executivo adjunto de Operações (Seaop) da SSP-AM, Pedro Florencio, e subcoordenada pelo major Bruno Azevedo do Departamento de Policiamento Comunitário da Seaop. Compõem a comissão o major Renato Schimitz, comandante do Batalhão de Policiamento Ambiental da Polícia Militar (BPAmb/PM), major Thiago Balbi, comandante do Grupamento de Radiopatrulhamento Aéreo da Polícia Militar (Graer/PM), delegado Rafael Montenegro do Grupamento de Operações Aéreas da Polícia Civil (Goa/PC), investigador Alessandro Vieira Cardoso da Delegacia Fluvial da Polícia Civil (Deflu/PC) e Randal Oliveira da Seaop.

Os membros da comissão serão responsáveis pela coordenação, controle e supervisão dos meios aéreos em missões e operações da SSP-AM, a fim de garantir a utilização das aeronaves em qualquer ponto do Estado onde exista pista de pouso.

De acordo com o comandante do Graer, major Thiago Balbi, o Graer realiza 35 horas de voo por mês em operações de ações preventivas, e em cinco anos de Grupamento já foram registradas mais de 3.200 horas de voo. “Atuamos dando apoio aéreo ao Sistema de Segurança Pública em diversas demandas como revista em unidades prisionais, reintegrações de posses, transportes de vítimas ribeirinhas, among others. A comissão está trabalhando para dar um melhor tratamento às necessidades de aviação das polícias e bombeiros para aumentar a capacidade operacional”.

Segundo o delegado Rafael Montenegro, o Goa realiza entre 18 a 20 operações por mês, dando apoio a delegacias especializadas e operações do Sistema de Segurança. “Desenvolvemos um trabalho semelhante ao Graer, para acompanhar as missões de segurança na capital e em cidades mais próximas do interior. Com o projeto da comissão poderemos atender de forma mais rápida e efetiva os municípios, já que os aviões possuem uma capacidade maior do que os helicópteros”.

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