02/09/2015 12h55 - Updated 2/09/2015 12h55

Mrs appeals to the government for employment 4 thousand guards

A total of 1,4 mil trabalhadores já foram demitidos.
Photo: Jimmy Christian
Photo: Jimmy Christian

A provável demissão de 4 mil trabalhadores do setor de vigilância armada foi tema nesta quarta-feira, 2 of September, de cessão de tempo da deputada Alessandra Campêlo (PCdoB) ao sindicato que representa a categoria no Estado. A parlamentar espera que o Governo e os deputados da base na Casa Legislativa se sensibilizem e revejam a proposta de trocar os vigilantes armados por agentes de portaria, em função do enxugamento da máquina pública.

“Essa iniciativa do Governo no intuito de fazer economia para o Estado é muito perigosa porque coloca em risco a vida da população e dos servidores públicos. Vivemos uma onda de violência e assaltos, então ter seguranças preparados é importante não só para resguardar o patrimônio público, mas principalmente para garantir a vida das pessoas que trabalham nas secretarias, escolas”, afirmou Alessandra.

A deputada também aponta a questão econômica como razão para ser contra a proposta do Governo. Ela acredita que a demissão em massa vai aprofundar a crise no Estado. “Além da questão da segurança, de forma direta são 4 mil pessoas que podem ficar sem emprego e, se somarmos com as familiares, são pelo menos 16 mil pessoas prejudicadas. O custo benefício não compensa”.

Situação preocupante

Na opinião do presidente do Sindicato dos Vigilantes do Amazonas, Valderli Bernardo, a situação da categoria é preocupante. According to him, desde o início da implantação da medida 1,4 mil trabalhadores já foram demitidos pelo Governo. No mês de setembro, more 400 demissões são esperadas com o encerramento de um contrato de uma empresa de segurança com a Secretaria de Estado da Educação (Seduc).

“Viemos até a Casa Legislativa para solicitar o apoio dos deputados. Nós vivemos um momento de insatisfação muito grande, pois dormimos e não sabemos se vamos acordar com o nosso emprego garantido”.

Para Valderli, a diferença de qualificação entre os vigilantes armados e agentes de portaria representa um grande perigo para o patrimônio público, principalmente para a segurança população.

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