MP calls for arrest of two ISS Mafia tax

O órgão recebeu nova denúncia contra os acusados.
23/10/2015 09h30 - Updated 23/10/2015 09h30
Photo: Jorge Araujo / Folhapress

O Ministério Público do Estado de São Paulo apresentou nova denúncia contra os acusados de integrar a máfia do Imposto sobre Serviços (ISS), por causa de achaques contra o MorumbiShopping. O centro de compras é suspeito de pagar 1,5 milhão de reais a fiscais, para registrar uma área construída menor do que a real no cadastro do município. Foram solicitadas, once again, a prisão preventiva do ex-subsecretário da Receita Municipal Ronilson Bezerra Rodrigues, apontado como chefe do esquema, e do ex-auditor Luís Alexandre Cardoso de Magalhães.

O executivo do grupo Multiplan, dona do shopping, que fez pagamentos à máfia, é relacionado no caso como testemunha, assim como outro servidor municipal que participou da cobrança. in the complaint, o MP afirma que ambos colaboraram com as investigações.

Ao defender a nova prisão dos integrantes do esquema que agiam em São Paulo, o promotor Roberto Bodini afirma que Ronilson agiu contando comdiversos contatos com políticos, dentre eles vereadores e deputados estaduais”, according to the complaint. O pedido de prisão diz quea possibilidade de que [Ronilson] efetue ameaças, mais que possível, é real”.

Já a prisão de Magalhães é baseada em seu comportamento durante as investigações. A denúncia cita o fato de o ex-auditor ter aceitado fazer delação em 2013, quando o esquema foi descoberto, e depois usaro termo de colaboração premiada para executar crimes de extorsão contra auditores fiscais e integrantes de construtoras para que elas não fossem mencionadas em suas delações”.

Magalhães chegou a ser preso em junho, no momento em que recebia 70.000 reais nessa extorsão. Foi solto pelo juiz Marcos Vieira Morais, do Departamento de Inquéritos Policiais (Dipo). Os demais ex-fiscais apontados como membros da máfia, Eduardo Horle Barcellos e Carlos Augusto Di Lallo Leite do Amaral, também foram denunciados, mas não tiveram a prisão solicitada.

O pagamento do shopping aos fiscais, according to the complaint, somou 1,5 million reais, e foram feito em parcelas entre 2012 e 2013. De acordo com a investigação do Grupo Especial de Delitos Econômicos (Gedec) e da Controladoria-Geral do Município, um fiscal da Secretaria Municipal de Finanças passou duas semanas apontando irregularidades no shopping, in 2012, após uma reforma, e identificou mezaninos e lojas que não constavam nas plantas liberadas na prefeitura.

From this, os empresários responsáveis pelo empreendimento passaram a ser achacados, according to research. A prática se mostrou recorrente e também teria sido aplicada em outros shoppings, que ainda estão sob apuraçãoo MP tem provas de outros pagamentos.

O advogado Marcio Sayeg, defensor de Ronilson, disse que não sabia da nova acusação. Ele desqualificou as provas do MP. “A delação de Luís Alexandre perdeu todos os efeitos”, he said, referindo-se à descoberta de que ele achacava colegas. Quanto à prisão, said: “He [o promotor] pode pedir a prisão quantas vezes quiser. Sempre pede, mas não há motivos para manter meu cliente preso”.

Source: Veja.com


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