Denúncias de irregularidades em obras do Governo são tão graves quanto as de Iranduba

A afirmação é do deputado José Ricardo.
17/11/2015 15h26 - Updated 17/11/2015 15h27
Photo: disclosure

Congressman José Ricardo Wendling (PT) said on Tuesday (17) que as denúncias de irregularidades e desvio de recursos em obras do Governo do Estado, reveladas pelo ex-secretário de Estado de Infraestrutura (Seinfra), Gilberto de Deus, e que podem chegar a R$ 400 millions, são tão graves quanto as do município de Iranduba (a 27 km from Manaus), alvo de duas operações do Ministério Público do Estado (MPE) and the Federal Police (PF), com desvio de mais de R$ 100 millions, no qual já foram presos o prefeito, secretários e até vereadores, including, o presidente da Câmara Municipal da cidade. “São políticos de vários partidos. Mas são pessoas que, por causa do dinheiro, se corrompem e caem na lama da corrupção”.

Mas ele destacou que a também ex-secretária da Seinfra, Waldívia Alencar, já tinha revelado à imprensa que a maioria das obras do Estado tem aditivos acima do que é permitido por lei. Só num aditivo na obra de duplicação da Estrada Manoel Urbano/AM-070 (Manaus, Manacapuru) o Estado pagou R$ 55 millions. Isso sem falar nas obras de construção da Ponte do Pera, in the city of Coari, com contrato de R$ 11 millions, onde teria sido pago R$ 9 millions, mas não teria feito nem R$ 1,5 million. Outro caso foram os R$ 26 milhões para a construção do Monotrilho em Manaus, pela empresa CR Almeida, que também não teve execução.

“É dinheiro que falta para os hospitais do Estado, para a educação, para a segurança. Mas os deputados governistas estão se negando a investigar tão grave denúncia. Apresentamos um requerimento solicitando à Mesa Diretora a vinda do ex-secretário Gilberto de Deus na Aleam, que até hoje aguarda decisão; e aprovamos na Comissão de Direitos Humanos a realização de uma audiência com o ex-gestor, que estava marcada para hoje, mas ele se manifestou por meio de documento de que já havia solicitado a sua presença na Assembleia para esclarecer todas essas denúncias, however, aguarda a presi­dência da Casa confirmar a data. Now, vou ficar cobrando do presidente uma resposta. Este parlamento não pode se calar frente a tão graves denúncias”, said parliamentary.

José Ricardo cobrou, once again, que os demais parlamentares assinem a proposta de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Aleam para investigar todas essas denúncias, but, so far, somente cinco deputados estão apoiando: Jose Ricardo, Luiz Castro (NETWORK), Alessandra Campêlo (PCdoB), Wanderley Dallas and Vicente Lopes, ambos do PMDB. “O mau uso do dinheiro público não pode ficar sem explicações”.

Os hospitais da cidade estão abandonados, constatou o deputado José Ricardo, após visitar várias unidades de saúde, como FCecon, prontos-socorros João Lúcio e 28 of August, Women's Institute, Adriano Jorge e Francisca Mendes. This last, ele esteve pela terceira vez na última sexta-feira (14) e disse que é lamentável saber que existe uma fila desumana, de meses de espera, para a realização de exames e procedimentos na área cardíaca por falta de investimentos em equipamentos.

“No Francisca Mendes, precisam de mais aparelhos para fazer exames de ecocardiograma, que custam uma média de R$ 300 one thousand, e de equipamentos para realização de procedimentos de hemodinâmica, uma média de R$ 2 milhões cada máquina. Por conta dessa falta de investimentos, pacientes têm seu quadro de saúde agravado que podem levar à morte”, denunciou o parlamentar, enfatizando que, na outra ponta, o Estado desperdiça dinheiro e até desvia recursos públicos em obras e aditivos ilegais. Ele irá enviar relatório ao Governo sobre essa realidade, como ainda irá apresentar emenda ao orçamento para garantir a compra desses equipamentos fundamentais à saúde.

According to Deputy, é preciso fazer uma grande investigação na saúde do Estado, para saber como estão sendo administrados os hospitais da cidade. “E quem é privilegiado com essa má gestão são os hospitais particulares, por meio de convênios com o Estado. Preferem privatizar e privilegiar amigos, enquanto a população está sofrendo nas filas. É caso de vida ou de morte”.


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