26/11/2015 13h54 - Updated 26/11/2015 13h54

PF investiga uma quadrilha suspeita de tráfico de pedras preciosas em sete Estados

Há suspeitas de que o urânio tenha sido vendido para radicais extremistas.
Photo: Getty Images
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Uma operação da Polícia Federal concentrada em Goiás e que ocorre nesta quinta-feira, 26, em mais seis Estados, investiga uma quadrilha suspeita de tráfico intenso de pedras preciosas e minérios como o urânio. Cinco pessoas foram presas em Goiás.

Os suspeitos podem ter fornecido o urânio para radicais extremistas para ser enriquecido e usado na produção de energia nuclear usada em atos terroristas.

A PF ainda não divulgou os nomes dos presos nem os locais das prisões. Os suspeitos responderão, among other crimes, por usurpação de matéria-prima pertencente à União e formação de organização criminosa. As penas, somadas, podem chegar a 37 years in prison.

Ao todo foram expedidos 58 mandados contra empresários e comerciantes do ramo de pedras preciosas e de minérios. Goiás é grande produtor de ambos. Are 10 temporary arrest warrants, 19 search and seizure and 29 conduções coercitivas.

Around 200 agentes da PF estão envolvidos na operação em Goiás, Minas Gerais, federal District, Sao Paulo, For, Pernambuco e Tocantins.

Rota

A polícia informou que os produtos saíam do Brasil com destino a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, passando por Portugal, Bélgica e Israel, antes de chegar ao grupo extremista para quem o contrabando estava direcionado, cujo nome não foi divulgado ainda. As investigações duraram cerca de dois anos.

Os investigadores apontam que a organização criminosa é formada por duas células. Uma atua fortemente na comercialização ilegal de pedras preciosas, composta em sua maioria por empresários do ramo e pequenos comerciantes de joias.

A outra célula seria composta por autônomos e pequenos empresários que comercializariam, by fraud, títulos da dívida pública e moeda estrangeira, em transações financeiras envolvendo bancos venezuelanos. Os investigadores suspeitam que a movimentação com moedas e títulos estaria vinculada aos processos de lavagem de dinheiro do grupo criminoso.

A operação foi batizada deSoldnerem referência a mercenáriospara quem o valor do dinheiro é capaz de suprimir os próprios valores morais”, divulgou a PF.

Source: Exame.com

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