30/12/2015 10h15 - Updated 30/12/2015 10h15

Pagamento de pedalada é manobra, diz oposição

Oposição diz que pagamento de pedaladas não anula pedido de impeachment.
Photo: Evaisto Sá/AFP
Photo: Evaisto Sá/AFP

Nomes da oposição afirmaram na terça-feira que o pagamento das pedaladas fiscais, que deve ser anunciado nesta quarta pelo governo, não anula o pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Segundo o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o fundamento para aceitar o pedido de afastamento da petista são decretos editados em 2015 que teriam descumprido a Lei Orçamentária.

Ignoramos 2014, não aceitamos a tese que você retroaja no mandato anterior. O ato irregular foi cometido, I decrees”, disse Cunha, ao fazer referência às medidas adotadas por Dilma sem autorização do Congresso. “Não é com o pagamento das pedaladas em 2011 e 2014 que você muda essa realidade do decreto ter sido emitido em desacordo com a lei orçamentária”, afirmou o peemedebista.

on Wednesday, o governo deve anunciar os detalhes do pagamento de todas as pedaladas fiscais mantidas no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Bank of Brazil, Caixa Econômica Federal e FGTS. altogether, essas dívidas somam 57 billion reais.

A decisão de zerar as pedaladas foi tomada por Dilma na segunda-feira com o objetivo delimpar o terreno para 2016e enfraquecer a tese do impeachment, cujo processo será analisado pelo Congresso a partir de fevereiro. In the process, as pedaladas são apontadas como um crime de responsabilidade fiscal. “A verdade é que esses empréstimos, pela maneira como foram feitos, são ilegais. A forma que o governo quer quitar esses empréstimos também é questionável e o que nós temos é uma grande preocupação”, disse o deputado Caio Narcio (PSDB-MG).

No apagar das luzes, Dilma quer jogar para debaixo do tapete o rombo bilionário nas contas públicas. Zerando as pedaladas, o governo acredita que o impeachment morre em 2015. Talvez não tenha percebido que as consequências da irresponsabilidade fiscal ainda serão sentidas pelos brasileiros durante alguns anos”, afirmou o líder da oposição na Câmara, Bruno Araújo (PSDB-PE).

Para Cunha, o governo está incomodado com o processo, “tanto é que está tentando pagar as pedaladas”. “Sabe que errou”, he said. O presidente da Câmara afirmou que o processo de impeachment deve recomeçar em fevereiro, antes mesmo da publicação do acórdão (decisão) do Supremo Tribunal de Federal. Ele apresentará embargos de declaração para esclarecer dúvidas em relação ao rito do procedimento. Cunha argumentou haver jurisprudência suficiente para sustentar a apresentação de recursos antes da publicação do acórdão. Ele prevê que o processo será concluído na Câmara até março.

Source: Veja.com

*** If you are in favor of a totally free and impartial press, collaborate enjoying our page on Facebook and visiting often the AM POST.

Latest news

Contact Terms of use Wp: (92) 99344-0505