21/01/2016 14h01 - Updated 26/01/2016 10h04

microcephaly cases come to 16 thousand this year, provides Fiocruz

Número de casos aumentou 10% em uma semana e chegou a 3.893 notifications.
Photo: Thinkstock

O número de casos de microcefalia no Brasil aumentou 10% em uma semana e alcançou a marca de 3.893 notifications. Os registros ocorreram em 764 counties, in 20 Estados e no Distrito Federal.

Embora o ritmo de crescimento tenha apresentado leve queda, o diretor de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch, afirma ser cedo para fazer qualquer previsão.

O vice-presidente de Pesquisa e Laboratórios de Referência da Fiocruz, Rodrigo Stabeli, alerta que os números ainda deverão crescer. “Chegaremos a 16 mil casos neste ano”, esteem.

Advertising

Para Stebeli, a epidemia de zika é um dos mais graves problemas de saúde pública já enfrentados pelo Brasil. “A evolução epidemiológica de problemas relacionados à infecção é muito mais rápida do que em outras doenças, como HIV e tuberculose”, says.

Estamos assistindo à chegada de uma geração de bebês que necessitam de cuidados intensos para sua melhor qualidade de vida”, says. “Será necessária assistência para essas crianças, fora o impacto para a família”, Explain.

A microcefalia era, até meados do ano passado, uma doença considerada rara no Brasil e no mundo. O número de casos no País explodiu a partir de agosto, meses depois de uma epidemia de zika no Nordeste.

Exames feitos em bebês e fetos com a má-formação reforçaram a tese de pesquisadores de que o aumento de casos é causado pela transmissão verticalda mãe para o bebê, na gestação.

A amostra mais recente ocorreu em Minas, com um bebê que nasceu com microcefalia. Análises feitas da medula espinal identificaram a presença do zika vírus. O boletim divulgado ontem relatou ainda 49 mortes por má-formação congênita. Of this total, em cinco se confirmou relação com zika.

O cenário é muito dinâmico. Ele ainda vai mudar bastante”, avalia Maierovitch. Ele lembra que o vírus, transmitido pelo mesmo vetor da dengue, já está presente em vários países. “A tendência é de que ocorram novos casos no Hemisfério Norte e em países onde há infestação do mosquito.

Uma das preocupações das autoridades sanitárias brasileiras é a Região Sudeste, onde o vírus começou a circular há pouco tempo e, that is why, a grande maioria da população é suscetível.

O Nordeste já enfrentou uma epidemia no verão passado. Não temos os números, mas há uma estimativa de que parte da população esteja imunizada. O mesmo não acontece no Sudeste”, diz Maierovitch. For him, é preciso continuar o trabalho de redução na infestação do mosquito. “Para não deixarmos a curva de casos subir.

O diretor reconhece que o carnaval representa mais um fator de risco para o número de casos aumentar. Não por causa da circulação de pessoas, pois o vírus já está presente em quase todos os Estados do País, mas pela tendência, in this period, de as pessoas adotarem atitudes de maior risco.

O contato interpessoal é maior e as pessoas ficam mais expostas ao mosquito, porque saem para as ruas. Daí a necessidade de insistir para medidas de proteção como uso de repelentes.

Maierovitch também não escondeu preocupação com a situação de São Paulo que, como revelou o jornal O Estado de S. Paulo, já apresenta um grande número de cidades com epidemia de dengue. “É um indicador da vulnerabilidade dos municípios para zika”, notes.

O Ministério da Saúde anunciou no sábado a compra de um produto que está em fase de testes e cuja produção ainda não está certa. No fim de semana, o ministro Marcelo Castro participou de uma cerimônia em que prometia a compra de 500 thousand tests “três em um”, para diagnóstico simultâneo de dengue, chikungunya e zika.

In this ocasion, foi afirmado que os kits começariam a ser entregues em fevereiro. “Ele é promissor, mas é um projeto a médio prazo, para alguns meses”, diz o diretor de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch.

O teste tem como ponto de partida um kit desenvolvido pela Fundação Oswaldo Cruz. “O produto vai existir, mas algumas etapas ainda são necessárias”, full. A Fiocruz ainda não apresentou na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o pedido de registro do novo método de diagnóstico, for example.

O vice-presidente de Pesquisa e Laboratórios de Referência da Fiocruz, Rodrigo Stabeli, afirma que documentos estão sendo reunidos e que essa etapa vai ser cumprida, mas não é essencial para que o novo kit passe a ser usado.

“currently, os laboratórios de referência fazem testes chamados ‘in house’, uma espécie de teste caseiro que também não passa por certificação da Anvisa”, notes.

Source: Exame.com

*** If you are in favor of a totally free and impartial press, collaborate enjoying our page on Facebook and visiting often the AM POST.

Latest news

Contact Terms of use Wp: (92) 99344-0505