04/01/2016 11h52 - Updated 4/01/2016 11h52

Crisis in Brazil is one of the largest international risks 2016

A afirmação é da consultoria Eurasia Group.
Photo: reproduction
Photo: reproduction

A crise política e econômica no Brasil está entre os dez maiores riscos para o cenário internacional em 2016. O alerta é da consultoria Eurasia Group que, in this Monday, publica seu ranking dos elementos de maior risco para o mundo no ano. O Brasil está na oitava posição.
A presidente Dilma Rousseff está lutando por sua sobrevivência política e a crise política e econômica deve piorar em 2016”, alertou a entidade. Para a consultoria, as apostas de que haja uma solução não devem ser vistas com otimismo. “A batalha sobre o impeachment de Rousseff não deve colocar fim ao impasse político atual”, apontou o grupo, um dos maiores do mundo em termos de análise de risco político.

Se ela sobreviver, seu governo não ganhará a força política necessária para fazer avançar as reformas econômicas que o país precisa para lidar com seu déficit fiscal cada vez maior”, indicated. “Se Rousseff cair, o governo liderado pelo vice-presidente Michel Temer não fará muito melhor”.
A consultoria também aponta para o impacto da Operação Lava Jato. “A presidente vai continuar vulnerável ao caso de corrupção Lava Jato”, said. “Isso deve revelar novas evidências de irregularidades dentro de seu partido, a PT, que podem também levar a novos pedidos por seu impeachment”.
Para a Eurasia, o destino de Dilma pode ser definido ainda mais rápido seseu mentor e ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva sentir a pressão das investigações e se virar contra a agenda de reforma de Rousseff”. Na avaliação do grupo, se Dilma continuar no poder, ela seráuma presidente cada vez mais cativa de elementos radicais de seu partido”, em conflito com o Congresso e que podem levar a umaparalisia política”.

PioraA Eurasia estima quea forma mais limpa de sair dessa crise políticaestá nas mãos do Tribunal Superior Eleitoral, que avalia suspeitas defraude nas eleições presidenciais de 2014”. “Se a corte encontrar evidências de financiamento ilegal de campanha, ela pode convocar eleições em 90 days. Ainda que improvável, tal resultado teria o benefício de colocar um novo presidente eleito com nova legitimidade política”.

Mas a própria consultoria não aposta neste cenário. “2016 será caracterizado por um aprofundamento da crise no Brasil”, warned.

A lista dos maiores riscos para este ano é liderada pela fragilidade da aliança entre EUA e União Europeia, o que promete ter umimpacto global sobre o risco político”. Segundo a Eurasia, o informeTop Risksdo ano tentaidentificar as tendências políticas e geopolíticas mais desafiadoras e pontos de estresse para investidores globais e participantes do mercado em 2016”.
Em segundo lugar no ranking está o risco de que a Europa feche suas fronteiras diante do fluxo de refugiados e a ameaça terrorista. O impacto da desaceleração na China vem na terceira posição,seguido pela ameaça terrorista do Estado Islâmico.

A quinta posição no ranking é da Arábia Saudita, diante de sinais de desestabilização interna. No sexto lugar, a consultoria aponta para o surgimento de magnatas do setor da tecnologia como atores políticos, capazes de influenciar decisões internacionais. A sétima posição entre os maiores riscos de 2016 é a do fortalecimento delíderes imprevisíveis”, como o russo Vladimir Putin e Recep Tayyip Erdogan, da Turquia.

Se o Brasil aparece na oitava posição, a nona é também relacionada com os países emergentes: a “falta de eleições livresem muitos deles. O ranking é completado com a situação política na Turquia e o destino de Erdogan.

Source: Veja.com

*** If you are in favor of a totally free and impartial press, collaborate enjoying our page on Facebook and visiting often the AM POST.

Latest news

Contact Terms of use Wp: (92) 99344-0505