25/01/2016 14h42 - Updated 25/01/2016 14h42

Dívida pública salta 24,8% in 2015

Notas de real: o principal fator para a elevação da dívida foram as emissões maiores que os resgates.
Photo: reproduction
Photo: reproduction

The Federal Public Debt (DPF) saltou 24,8% in 2015.

Segundo números divulgados há pouco pelo Tesouro Nacional, o endividamento do Governo Federal encerrou o ano passado em R$ 2,793 trillion, com alta recorde de R$ 555,9 bilhões em relação ao estoque registrado em dezembro de 2014.

O principal fator para a elevação da dívida foram as emissões maiores que os resgates. Last year, o Tesouro Nacional emitiu R$ 856 bilhões em títulos públicos e resgatou R$ 704 billion, o que resulta em uma diferença de R$ 152 billion.

Advertising

O restante da variação deve-se à apropriação de juros, que representa o reconhecimento dos juros devidos pelo governo aos investidores, que são incorporados gradualmente ao total do endividamento público.

Apesar da alta, a DPF ficou dentro do limite estabelecido pela equipe econômica para 2015, which it was R $ 2,8 trillion.

According to the Treasury, o governo fez emissões superiores à necessidade de financiamento para enxugar o excesso de dinheiro em circulação na economia e ajudar no combate à inflação.

O governo também ampliou o colchão da dívida para níveis próximos a seis meses do vencimento, contra quatro meses registrados até 2014.

O colchão da dívida representa o estoque de títulos que o governo reserva para honrar o vencimento dos títulos em caso de turbulências no mercado.

Last year, parte do colchão da dívida foi usada para quitar passivos do governo com bancos públicos e o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e cumprir recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU).

Afetada pela forte valorização do dólar em 2015, a Dívida Pública Externa encerrou o ano em R$ 142,84 billion, with high 27,2% em relação aos R$ 112,3 bilhões registrados no fim de 2014. O endividamento externo, However, representa apenas 0,5% da Dívida Pública Federal.

Em relação à composição da dívida, a DPF encerrou o ano passado com 39,4% corrigida por títulos prefixados (com papéis definidos no momento da emissão), 32,5% vinculados a índices de preços, 22,8% corrigidos pela taxa Selic (basic interest rates) e 5,3% atrelados ao câmbio. A composição considera tanto a dívida interna quanto a externa.

A participação dos títulos prefixados ficou abaixo da meta mínima fixada, from 40%. Os títulos prefixados são preferíveis para o Tesouro Nacional porque dão previsibilidade à administração da dívida pública.

O governo sabe exatamente o quanto vai pagar daqui a vários anos, no vencimento do título, porque os juros são definidos no momento da emissão. O Tesouro tem mais facilidade de vender esse tipo de papel em momentos de estabilidade na economia.

A fatia dos títulos corrigidos pela inflação também ficou abaixo da meta mínima de 33% estabelecida para 2015. A participação dos papéis vinculados à taxa Selic, However, ficou acima do limite máximo de 22%.

O forte aumento dos juros no ano passado elevou o peso desse tipo de papel no endividamento do governo.

Por meio da dívida pública, o governo emite títulos para levantar recursos necessários para honrar os compromissos. In exchange, o Tesouro compromete-se a devolver o total acrescido de uma correção, que pode ser prefixada ou seguir a inflação, a taxa Selic ou o câmbio.

Source: Exame.com

*** If you are in favor of a totally free and impartial press, collaborate enjoying our page on Facebook and visiting often the AM POST.

Latest news

Contact Terms of use Wp: (92) 99344-0505