Marcelo Serafim rejects presidential veto cutting R $ 10 billion SUS

O parlamentar ainda falou sobre o rebaixamento que o país recebeu da 3ª Agência Internacional de Risco.
24/02/2016 14h22 - Updated 24/02/2016 14h22
Photo: disclosure

During the small hours, the Municipality of Manaus (CMM), Councilman Marcelo Serafim (PSB) He occupied the Tribune to ask the Director preference table of the House, a Moção n° 0038/2016 de sua autoria que manifesta repúdio ao veto da presidente Dilma Rousseff, a um dos itens da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que resultará no corte de R$ 10 billion, do Sistema Único de Saúde (THEIR), implementado com o intuito de promover o acesso universal, integral e gratuito aos usuários do Sistema. According to the parliamentary, esse veto presidencial merece repúdio por trazer enorme prejuízo à sociedade, mainly, a 180 milhões de brasileiros que dependem exclusivamente do SUS.

A Moção de repúdio foi apresentada à Mesa Diretora da Casa Legislativa, this Wednesday (24), pelo vereador Marcelo Serafim. “A Constituição Federal assegura a saúde como um Direito Social de todos e um dever do Estado. Garantido mediante políticas sociais e econômicas. Com objetivo de reduzir o risco de doenças e oferecer serviços igualitários aos pacientes, com esse corte de R$ de 10 billion, do Sistema Único de Saúde (THEIR) será um caos”, enfatizou o parlamentar.

O parlamentar ainda falou sobre o rebaixamento que o país recebeu da 3ª Agência Internacional de Risco a única que até então ainda não tinha abaixado a nota do Brasil, com isso o país perde, once again, o selo de bom pagador, o que é considerado grave. “A diminuição da arrecadação reduz os repasses tanto das verbas do SUS quanto das verbas da educação, é obvio que o Governo Federal.” Disse.

Da tribuna Marcelo Serafim informou que, in 2015, a prefeitura de Manaus pretendia conseguir algo em torno de R$ 4,4 bilhões em arrecadação, after, novas projeções apontavam para R$ 4 billion, However, a Corrente Líquida fechou em R$ 3, 55 bilhões para pagar quase R$ 1,4 bilhões em folha de pagamento. “Quer dizer, o cobertor é menor do que os problemas que a cidade apresenta”, said. According to the parliamentary, o país vive o pior momento das últimas duas décadas. Voltando a terrível situação econômica da década de 80. A baixa arrecadação interna, as piores perspectivas possíveis e a irresponsabilidades são fatores agravantes e lembrou que em algum momento o reajuste do servidor da saúde e da educação terá que ser discutido na CMM e com responsabilidade.


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