14/03/2016 13h27 - Updated 14/03/2016 13h27

Determinado pelo impeachment, Cunha pede que deputados fiquem em Brasília

Presidente da Câmara pretende iniciar o processo de impeachment na quinta-feira (17).
Photo: Marcelo Camargo / Agência Brazil
Photo: Marcelo Camargo / Agência Brazil

Interessado em iniciar o quanto antes o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, the mayor, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), informou aos deputados nesta segunda-feira, 14, que eles podem ter que ficar em Brasília até sexta-feira, 18.

O Supreme Federal Court (STF) responderá nesta quarta-feira, 16, aos questionamentos apresentados pelo Legislativo e Cunha quer dar início ao processo no dia seguinte.

Earlier on Monday, Cunha enviou mensagem de WhatsApp informando que convocará reunião do colégio de líderes assim que o Supremo se manifestar.

Os líderes de cada partido terão até o início de dia seguinte para apresentar os seus indicados para integrar a comissão que avaliará o pedido de impeachment, segundo texto de Cunha mostrado para a reportagem por um parlamentar que integra o grupo de deputados do PMDB no aplicativo de mensagens.

Not text, Cunha diz que os deputados devem se preparar para ficar em Brasília nesta quinta e, “perhaps”, também na sexta-feira.

Assim que sair decisão do STF convocarei reunião líderes e darei prazo de indicação até o início do dia seguinte”, diz a primeira mensagem, encaminhada às 10h12.

Shortly thereafter, full: “Estejam preparados para ficarem em Brasília na quinta e talvez na sexta”.

in a statement, o presidente do Solidariedade, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (SP), disse ter conversado com Cunha e acertado com ele para que não haja sessão na Câmara nesta quarta-feira até o final do julgamento.

De acordo com Paulinho, Cunha concordou com a ideia.

O recurso apresentado pelo presidente da Câmara questiona três pontos da decisão tomada pelos ministros do STF em plenário, late last year: os vetos à chapa alternativa e ao voto secreto para eleição da comissão especial e, by last, a decisão de dar ao Senado poder para rejeitar o processo de impeachment.

Eduardo Cunha combinou com partidos de oposição que, para acelerar o processo, deverá convocar sessões às segundas-feiras e sextas-feiras.

Rito

Eleita a comissão especial, in 48 horas são escolhidos o presidente e o relator da comissão. In 15 sessões do plenário da Câmara, o parecer é votado no colegiado.

Para que a sessão de plenário seja válida, ela precisa abrir com 51 deputados na Casa até as 14h30, Monday to Thursday, e até as 9h30, às sextas-feiras.

Passadas as 15 sessions, o parecer é encaminhado ao presidente da Câmara, que faz sua leitura e encaminha o documento para publicação no Diário Oficial do dia seguinte.

Quarenta e oito horas depois, o parecer é incluído na Ordem do Dia para votação aberta, com chamada nominal.

Se o parecer for pela aprovação do seguimento do processo, ele precisa ser aprovado por 342 votes (2/3 do total) para que o impeachment siga para o Senado.

Em caso de rejeição do parecer favorável, está em análise na Câmara a possibilidade de se votar, também por 2/3, a representação inicial, aquela apresentada pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaina Paschoal.

Caso o parecer da comissão seja pela rejeição do processo, 342 deputados terão que votar contra o texto para que ele siga para a outra Casa.

O início do trâmite do processo de impeachment no Senado depende da decisão que será tomada nesta quarta pelo STF.

Source: Exame.com

*** If you are in favor of a totally free and impartial press, collaborate enjoying our page on Facebook and visiting often the AM POST.

Latest news

Contact Terms of use Wp: (92) 99344-0505