07/03/2016 15h58 - Updated 7/03/2016 15h58

Prontos-Socorros públicos têm papel importante no enfrentamento da violência contra a mulher

Segundo estudo, but of 9 mil mulheres vítimas de violência foram atendidas na região Norte.
Photo: disclosure
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As regiões Norte e Nordeste foram as que registraram o maior aumento nos índices de violência contra a mulher, segundo a publicação Mapa da Violência Contra a Mulher. Divulgado em 2015, o estudo aponta 24.551 atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (THEIR) de mulheres vítimas de violência nos estados nordestinos e 9.903 nos estados da região Norte. Para que as vítimas tenham atendimento adequado e para que o poder público possa desenvolver políticas públicas para reduzir esses casos, é importante que as mulheres busquem os órgãos que compõem a rede de proteção à mulher, como as delegacias especializadas, as varas nos tribunais de Justiça, e a Defensoria Pública, among others. Nos prontos-socorros públicos, é realizado um trabalho por assistentes sociais para esclarecer as vítimas de violência sobre a importância de não se calar perante o agressor.

No do Pronto-Socorro (PS) do Hospital Delphina Rinaldi Abdel Aziz, In Manaus (AM), unidade de Secretaria Estadual de Saúde (Sesame), 11 mulheres vítimas de agressão física foram atendidas de 2015 até fevereiro deste ano. “Todas são orientadas a procurar a delegacia e os órgãos da rede de proteção à mulher, independente do agressor ser marido, father, stepfather, filho ou mesmo que não tenha vínculo familiar. A mulher precisa saber que existe uma rede de proteção e buscar os serviços destes órgãos para se sentir segura. Ela só enfrenta a violência quando se sente segura. Os municípios e os estados têm secretarias específicas para cuidar da mulher ou órgãos vinculados”, diz a coordenadora de assistência social do PS, Gabriele Reis.

Ela explica como funciona a abordagem dos profissionais de saúde nestes casos. “Vamos ao leito e temos uma conversa reservada com a vítima. Explicamos que nas delegacias especializadas há servidores preparados para atendê-las e que existem órgãos capazes de prestar atendimento psicossocial. A Justiça também pode conceder medidas protetivas caso a vida da mulher esteja em risco. In Manaus, for example, há um abrigo para as mulheres cujo endereço nunca é divulgado para resguardar a segurança delas.”

Este mês, por conta do Dia Internacional da Mulher comemorado no dia 8, o Instituto de Medicina, Research and Development (miracles), Organização Social que administra Pronto-Socorro (PS) Delphina Aziz distribuiu mil cartões, do tamanho de um RG com o número de sete instituições onde as mulheres vítimas de agressão podem buscar ajuda. O formato do cartão permite que ele seja guardado na carteira ou no bolso.

Quase dez anos após vigência da Lei Maria da Penha, amplamente divulgada e conhecida por cerca de 98% Brazilian, as mortes de mulheres por violência doméstica continuam expressivas no Brasil. Ainda segundo o Mapa da Violência Contra a Mulher, 13 mulheres são assassinadas por dia – average, uma a cada duas horas. O estudo também aponta que um, em cada três assassinatos, é cometido por parceiros ou ex-parceiros.

Somente do primeiro semestre de 2015, o Ligue 180, da Central de Atendimento à Mulher, has received 32.248 relatos de violência contra a mulher, an avarage of 179 relatos por dia. O Ligue 180 é um disque-denúncia do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos e também está disponível para brasileiros em mais 16 countries, como Espanha, Itália e Portugal.

Os dados reafirmam a necessidade contínua de políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher no Brasil. As pesquisas mostram que punições penais podem ajudar, mas por si só, não resolvem o problema. É preciso garantir o amparo, a assistência psicológica e recuperação da autoestima das vítimas. Outro desafio é estimular as vítimas a quebrar o silêncio: approximately 20% das mulheres agredidas fisicamente pelo marido no Brasil permanecem em silêncio, aponta estudo da Organização Mundial da Saúde (WHO).

Since 2015, a Lei do Feminicídio alterou o código penal tornando a mortes de mulheres motivadas por questões de gênero crime de homicídio qualificado. A punição, nestes casos, pode ser de 12 a 30 years in prison.

Mais dados sobre violência contra a mulher:
– 1 mulher é estuprada a cada 10 minutes;
– 54% da população conhece uma vítima de violência doméstica ou familiar;
– 56% conhecem um homem que já agrediu a parceira;
– 17% sofrem violência diária

O Imed tem sede em São Paulo (SP) e escritório em Manaus. Nessas capitais, os telefones dos órgãos de proteção a mulher são:

Manaus:
Secretaria Executiva de Políticas para Mulheres – (92) 3303-9388
Delegacia Da Mulher – (92) 3236-7012/3643-7676
Núcleo de Atendimento s Mulher Vítima de Violência na Defensoria Pública – (92) 3233-2101
Vara Especializada Maria da Penha – (92) 2127-7555
Sao Paulo:

Delegacia da Mulher – (11) 3241-3328/2293-3816/3976-2908/5084-2579
Vara Especializada Maria da Penha – (11) 2127-9667
Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres – (11) 3113-9764
Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher (NUDEM) – (11) 3101-0155

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