14/03/2016 12h17 - Updated 14/03/2016 12h17

waterfront is an example in the fight against Aedes aegypti

O mosquito é transmissor da Dengue, Chikungunya and Zika virus.
Photo: Karla Vieira (Without with)
Photo: Karla Vieira (Without with)

Fighting the mosquito Aedes aegypti, Dengue transmitter, Chikungunya and Zika virus, It is part of manauara routine for some time and, now, com o ‘vilão’ trazendo uma nova preocupação para a população ao ter diagnóstico de zika em grávidas associado à presença de microcefalia, o trabalho diário das equipes de endemias requer os mais importantes aliados: os cidadãos.

Esse trabalho é frequente e, every day, as equipes dos Distritos de Saúde (some) Leste, North, on, Oeste e Rural vão de porta em porta para levar consciência e fiscalizar as residências para evitar a proliferação dos criadouros. Mesmo com o empenho, atualmente apenas a zona Rural consegue manter longe o ‘carapanã’ e suas doenças, sem apresentar registros de dengue, chikungunya e zika.

“Aqui é uma área que, segundo nossos técnicos de entomologia, ainda não houve captura de Aedes aegypti. Mas isso não deixa a gente de guarda baixa, instead. Há armadilhas que fazem esse monitoramento e, mesmo não tendo a presença do mosquito, nós fazemos o combate intenso”, disse o secretário municipal de Saúde, Homero de Miranda Neto Lion, durante visita à comunidade Nossa Senhora de Fátima, localizada no Tarumã Mirim, margem do Rio Negro, zona ribeirinha de Manaus.

Em exemplo de dedicação ao tema nas comunidades ribeirinhas, o Disa Rural e as diretorias das Unidades Básicas de Saúde Rural (UBSR), junto ao Setor de Controle de Endemias do Disa Rural e profissionais de Promoção da Saúde, realizam um trabalho incansável para combater as endemias.

“As escolas, churches, neighborhood associations, students, professores e comunitários são nossos parceiros nas atividades que promovem desde a coleta de lixo, demonstrações de evolução do mosquito, características dos criadouros e, still, o armazenamento correto de objetos expostos”, explica o diretor do Disa Rural, Raimar Carvalho.

Na comunidade Nossa Senhora de Fátima já foram realizadas diversas atividades envolvendo os parceiros, reunindo até 300 people. “É muito interessante como eles buscam conhecimento sobre as doenças, pois sabem que não temos a manifestação de Dengue, Chikungunya e Zika aqui, mas sabem mais ainda que é melhor manter assim”, ressaltou Edilson Borges Paz, chefe do setor de Controle de Endemias.

Além das ações de combate, com bloqueio mecânico e químico – o já conhecido fumacê e o motofog – e até utilização dos drones para mapeamento das áreas de risco, os agentes também distribuem mosquiteiros impregnados de inseticida para auxiliar no combate às endemias.

O grupo mais vulnerável ao momento epidemiológico que o Brasil vive é o das grávidas e na área ribeirinha não é diferente. Elas são acompanhadas rigorosamente pelas agentes comunitários de Saúde na marcação de consultas médicas e de pré-natal nas UBSR mais próxima da sua comunidade, como é o caso da dona de casa Cláudia Gonzaga de Lima, 32, gestante do 6º filho. Ela conta que não falta a um pré-natal e está ‘de olho’ no carapanã perigoso.

“Nós vivemos no meio da floresta e não faltam lugares que o mosquito gosta para fazer de criadouro, é nas folhas secas, na copa das árvores, em qualquer lugar que fique água limpa acumulada. So, lá em casa a gente faz a nossa parte, limpa tudo, o meu filho mais novo ajuda muito. Dá um certo alívio de não termos a doença aqui”, contou a gestante.

O alívio se confirmou com o resultado dos exames, inclusive na ultrassonografia, apontando a boa saúde que seu bebê goza. No oitavo mês de gestação e contando os dias, a mamãe se prepara para o parto de uma menina.

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