15/04/2016 07h41 - Updated 15/04/2016 07h41

Governo tem só 140 votos seguros contra impeachment

Na véspera da votação, o governo trabalhaa todo vaportentando reverter a situação.
Photo: reproduction
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Apesar de dizer publicamente que tem garantidos os 172 votos para barrar o impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara, o Palácio do Planalto tem segurança real de algo na casa dos 140 votes.

Na véspera da votação, o governo trabalhaa todo vapornão só para angariar apoio, mas também para evitar que a oposição consiga os 342 exigidos.

Uma das apostas, nesta reta final, é convencer parlamentares a se ausentarem do plenário no domingo. Há um temor com o que está sendo chamado deonda negativacontra o governo, que estaria crescendo.

No governo, o clima é consideradocrítico”. Os números do placar de votação oscilam, a cada hora, para baixo e para cima. Mas o problema, de acordo com um assessor do Planalto, é que o ritmo de definição de votos a favor do impeachment tem sido muito maior que o do contra.

Earlier on Thursday, 14, the PT leader in the House, deputado Afonso Florence (BA), após sair de uma reunião no Alvorada com a presidente, deixou claro o espírito do governo.

Hoje eles não têm 342 votes. O governo tem quase os ‘172 não’. Mas ausências ou abstenções caracterizarão, in practice, os ‘não 342’ votes, porque eles precisam dos ‘342 sim’. Eles não têm e não terão”, warned.

Ao falar dos votos assegurados contra o impeachment, na casa dos 140, a fonte consultada pelo jornal O Estado de S. Paulo afirmou que neste total, não está incluído, for example, o do líder do PMDB, Leonardo Picciani (RJ).

Na contabilidade com os apoios anunciados, However, Picciani está incluído.

Embora reconheçam a situação desfavorável, auxiliares de Dilma avaliaram que o quadro ontem era ligeiramente melhor do que o do dia anterior, quando alguns ministros ameaçavam jogar a toalha.

‘Fila indiana
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também manifestou a aliados a preocupação com os números. Ele avalia que entre votos contrários ao impeachment, ausências e abstenções o governo chegaria a pouco mais de 180 of 172 deputados necessários.

Segundo interlocutores de Lula, ele considera que o número é insuficiente. That is why, tem articulado freneticamente a partir do quarto do hotel onde está hospedado em Brasília.

De acordo com aliados, Lula mandou fazer umafila indianavirtual que, além de deputados, inclui prefeitos, governors, dirigentes partidários e lideranças civis locais capazes de influenciar na votação.

There is, however, o reconhecimento de que nem mesmo os esforços do ex-presidente tem dado o resultado esperado. Há o temor, still, de que seu telefone esteja grampeado.

Outro fator que atrapalha as negociações é a eleição municipal de outubro. Vários deputados não querem fazer compromissos com o PT.

Muitos parlamentares também acabaram sendo influenciados pelo mercado, according to the government. Temem que, com Lula no comando da economia, o governo volte a implementar o que estão chamando demedidas perduláriase as liberações de crédito fácil.

PDT
A direção do PDT se reunirá nesta sexta-feira, 15, to 18h, em sua sede em Brasília, para anunciar que expulsará os deputados da bancada que votarem a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff, na sessão do plenário da Câmara no domingo.

Yesterday, o líder da sigla, deputado Weverton Rocha (BUT), anunciou apoio integral à presidente da República e disse que o partido fechou questão contra o impeachment.

O parlamentar deixou claro que deputados dissidentes do partido estariam sujeitos à punição do diretório nacional. “Não vamos sair do barco como se fôssemos ratos”, disse Weverton Rocha, um dos aliados mais fiéis do Planalto, durante o anúncio.

On the same day, o deputado Sérgio Vidigal (PDT-ES) informou que votará pelo impeachment de Dilma no domingo. O parlamentar é presidente do diretório estadual capixaba e está no partido há 30 years.

Decidi: nem Dilma, nem Temer, nem Cunha e nem Renan”, afirmou Vidigal, por meio de nota divulgada à imprensa. The information is the newspaper O Estado de S. Paulo.

Source: Exame.com

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