Aliado de Cunha diz que deve pedir a ele que renuncie à presidência da Câmara

Marun disse que, afastado, o peemedebista prejudica trabalhos da Câmara. he said, however, que lutará para que Cunha não tenha mandato cassado.
13/06/2016 15h19 - Updated 13/06/2016 15h19
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O deputado Carlos Marun (PMDB-MS), um dos principais integrantes da chamada “tropa de choque” de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), He said on Monday (13) ao G1 que pretende pedir ao presidente afastado da Câmara que renuncie ao posto, caso a maioria do Conselho de Ética rejeite cassar o mandato do peemedebista.

Se Cunha renunciar à presidência da Câmara, será necessária uma nova eleição para escolher um sucessor.
Cunha é acusado no Conselho de Ética de mentir à CPI da Petrobras quando disse, last year, que não possui contas no exterior. Later, ele foi denunciado ao Supremo Tribunal Federal sob a acusação de usar contas mantidas na Suíça para receber dinheiro de propina de contratos da Petrobras.

O parecer do relator caso, deputado Marcos Rogério (DEM RO), recomenda a cassação do mandato de Cunha. Marun tenta evitar a aprovação do texto e defende uma pena mais branda, como suspensão do mandato de Cunha por três meses. A votação está prevista para ocorrer na tarde desta terça (14) e a previsão é de placar apertado.
Para o peemedebista, caso consiga manter o mandato, Cunha deve pensar no “bem” da Câmara e evitar que a Casa continue sendo presidida interinamente por Waldir Maranhão (PP-MA), que não conta com apoio nem da base nem da oposição.

Após o resultado do Conselho de Ética, é possível que eu trabalhe para que ele reavalie sua posição em relação à presidência da Câmara. É possível que eu converse com ele a esse respeito”, said Maron.
“I understand that, se a Câmara entender que Eduardo Cunha tem o direito de permanecer com seu mandato e exercer sua ampla defesa nessa condição, entendo que ele também deva ter um pensamento mais positivo em relação à Câmara. Maranhão como presidente interino atrapalha a Câmara”, complemented.

Cunha foi suspenso do mandato e afastado da presidência em 5 de maio por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), por atrapalhar o andamento das investigações da Operação Lava Jato e prejudicar a tramitação do processo de cassação ao qual responde no Conselho de Ética da Câmara. Como primeiro vice-presidente, Maranhão assumiu a presidência interina.

Mas o deputado perdeu o apoio de quase a totalidade dos deputados quando tentou anular a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff. Since then, sempre que ele tenta comandar as votações, é alvo de protestos em plenário.
Para Marun, a decisão do STF de afastar Cunha da presidência é irreversível e a permanência de Maranhão no posto prejudica, na avaliação dele, o governo do presidente da República em exercício, Michel Temer.

“Esse afastamento promovido pelo STF contra o qual nada se pode fazer. Eu considero a suspensão do mandato extralegal. Mas não há o que se fazer. É uma realidade que hoje o fato de ele ser presidente afastado prejudica os trabalhos da Câmara”, said Rep.

Source: G1


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