13/06/2016 17h41 - Updated 13/06/2016 17h41

Collor is investigated on suspicion of bribery in building works of BR Distribuidora

Opening investigation was authorized by the Minister Teori Zavascki in May. Senator always denied having received bribes from companies or individuals.
Photo: REUTERS/Jamil Bittar
Photo: REUTERS/Jamil Bittar

O senador e ex-presidente Fernando Collor de Mello (PTC-AL) é alvo de inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeitas de ter recebido propina em um contrato de construção do prédio da BR Distribuidora em Salvador (BA) in 2013. A suspeita é de que ele tenha cometido o crime de corrupção passiva.

The survey, a sexta investigação de Collor no âmbito da Operação Lava Jato, foi autorizado no útlimo dia 13 de maio pelo ministro Teori Zavascki, relator da operação no STF. A investigação está em andamento na Polícia Federal.

De acordo com dados da apuração, que perdeu o segredo de Justiça em razão de uma decisão do ministro, a apuração se baseia na delação premiada do ex-diretor da Petrobas e da BR Distribuidora Nestor Cerveró.

Cerveró relatou que foi procurado pelo empresário baiano Paulo Roberto de Oliveira, interessado em aproveitar a valorização do escritório da BR Distribuidora na Bahia. A proposta era que a empresa tivesse um novo prédio, com especificações definidas para atender a subsidiária.

O negócio ficou 60% com a OAS e 40% com Paulo Roberto de Oliveira, segundo a delação. De acordo com Cerveró, ele próprio receberia R$ 500 mil de propina e outro diretor da BR, Vilson Reichenbach, additional $ 500 one thousand.

Segundo o ex-diretor, o ex-ministro de Collor, Pedro Paulo Leoni Ramos, que era o operador de Collor na BR Distribuidora, acertou propina com Leo Pinheiro, da OAS “em valores que não sabe precisar, em nome de Fernando Collor”.

A BR era um feudo de Collor desde 2009, quando sua presidência e duas diretorias foram entregues pelo presidente Lula a Collor”, contou Cerveró.

Desde que teve o nome envolvido em investigações no âmbito da Lava Jato, Collor sempre negou ter recebido dinheiro de empresas e pessoas. Last week, through its press office, o senador disse repudiar os termos da delação premiada de Cerveró. “O senador repudia os termos da delação do criminoso confesso Nestor Cerveró,
que são absolutamente mentirosos no que lhe dizem respeito”, the statement said.

PGR
Ao pedir a investigação, Attorney General of the Republic, Rodrigo Janot, apontou que as declarações de Cerverósão ricas em detalhes, fazendo referência a diversas circunstâncias e pessoas possivelmente envolvidas. moreover, o parlamentar em questão já foi denunciado justamente por integrar organização criminosa voltada à corrupção e à lavagem de dinheiro no âmbito da BR Distribuidora”.

Há nos autos, therefore, um conjunto suficiente de elementos a justificar a instauração do inquérito para integrar apuração da hipóstese fática específica aqui mencionada”, relata o procurador.

Janot pediu, e foram autorizadas por Teori, diligências que envolvem o envio da documentação da obra em Salvador pela BR Distribuidora, além dos depoimentos de Collor, Pedro Paulo, Leo Pinheiro, Paulo Roberto de Oliveira e Vilson Reichembach.

Source: G1

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