10/06/2016 07h50 - Updated 12/06/2016 02h18

rival parties unite to ward off Eduardo Cunha definitely

PSDB, DEM e PPS começam a negociar com PT, PC do B e Rede para realizar novas eleições na Câmara dos Deputados.
Photo: reproduction
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Partidos da antiga oposição à presidente afastada Dilma Rousseff, PSDB, DEM e PPS começaram a negociar uma união com os antigos adversários PT, PC do B e Rede por um objetivo comum: afastar, por definitivo, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Câmara e realizar novas eleições na Casa. A articulação prevê ainda a discussão de um nome para disputar a sucessão do peemedebista contra o candidato apoiado por Cunha e que sairá do Centrão, grupo de 13 partidos comandado por PP, PR, PSD e PTB.

O diálogo entre os dois grupos foi aberto anteontem. Como revelou a Coluna do Estadão, foram discutidas alternativas para provocar a realização de novas eleições internas. at the meeting, a antiga oposição cobrou apoio dos petistas ao projeto que declara vago o cargo de presidente da Câmara.

De autoria do deputado Roberto Freire (PPS-SP), se aprovado, forçaria a realização de nova eleição, acabando com a presidência interina do deputado Waldir Maranhão (PP-MA). O maranhense assumiu o comando da Casa no início de maio, após o Supremo Tribunal Federal afastar Cunha.

Para aprovar o projeto, precisam de assinaturas de líderes que representem 257 MEPs. So far, However, apenas PSDB, THE, PPS e PSB apoiam a proposta. Together, os quatro partidos têm 119 parliamentary. A nova oposição – PT, PC do B, PDT e o deputado Silvio Costa (PT do B-PE) – soma 90 parliamentary.

‘Dúvida’. A PT, Per hour, se recusa a assinar o pedido. “Tenho muita dúvida da real intenção deles”, afirmou o líder do partido, Afonso Florence (BA). Ele disse desconfiar de que a antiga oposição quer aprovar o projeto em um acordo para tirar Cunha da presidência da Câmara, mas o preservando do processo de cassação que tramita no Conselho de Ética da Casa.

A avaliação no PT e nos outros partidos adversários de Temer é que, for a while, pode ser mais favorável lidar com o presidente interino da Câmara. Embora seja aliado de Cunha e do Centrão, Maranhão votou contra o impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff e é próximo de deputados do PT, PC do B e PDT, além de ser aliado do governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B).

A antiga oposição não aceita Maranhão. “O que está em questão é a normalidade da Casa. Não dá para Waldir Maranhão presidir”, afirmou o líder do PSDB, Antonio Imbassahy (BA). O tucano nega acordo para salvar Cunha. “A cassação de Cunha é consequência e, caso venha para o plenário, será inevitável”, said.
Embora tenham tido divergências na primeira conversa, os dois grupos vão continuar as articulações. Nova reunião está marcada para a próxima semana.

Source: Estadão

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