After two free months and five games, Supreme sends goalkeeper Bruno right back to prison

The goalkeeper was released from the end of February, when he won freedom and hit bond with the mining team, that disputes the second division of Campeonato Mineiro.
25/04/2017 16h39 - Updated 25/04/2017 16h39
Photo: disclosure

Após disputar apenas cinco jogos pelo Boa Esporte Clube, o goleiro Bruno voltará à prisão, by decision of the Supreme Court, STF. On Tuesday, 25, a Primeira Turma do STF decidiu, pelo placar de 3 a 1, mandar de volta para a prisão o jogador, sentenced to 22 years and 3 meses de prisão pela morte e ocultação de cadáver de Eliza Samudio e pelo sequestro e cárcere privado do filho.

Bruno estava solto desde o fim de fevereiro, when he won freedom and hit bond with the mining team, that disputes the second division of Campeonato Mineiro. A contratação gerou polêmica na cidade de Varginha e no futebol brasileiro, dividindo opiniões. O clube, however, sofreu com a perda de patrocinadores, que rejeitaram o reforço.

Na breve passagem de Bruno pelo clube, o Boa obteve duas vitórias e dois empates e sofreu uma derrota. Nestes cinco jogos o goleiro, que se destacou nacionalmente com a camisa do Flamengo antes de ser preso, sofreu quatro gols com a camisa da equipe mineira.

Por maioria de votos, a Primeira Turma do STF decidiu não referendar a liminar que havia sido concedida pelo ministro Marco Aurélio Mello no dia 21 February this year. By analyzing the case, Marco Aurélio considerou o fato de o jogador possuir bons antecedentes, além de destacar que o recurso apresentado pela defesa ainda não havia sido apreciado pela Quarta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. “Não podemos julgar a partir do clamor social. Se fizermos uma pesquisa hoje, vamos ver que a sociedade está indignada com a corrupção que assola o País e quer sangue, vísceras, e não o devido processo legal”, said Marco Aurélio.

Os ministros Alexandre de Moraes, Rosa Weber e Luiz Fux votaram a favor de mandar de volta para a prisão o goleiro, conforme havia sido pedido pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O ministro Luís Roberto Barroso não compareceu à sessão.

In 2013, o Tribunal do Júri da Comarca de Contagem (MG) condenou Bruno pelo assassinato e ocultação de cadáver de Eliza Samudio e também pelo sequestro e cárcere privado do filho. O goleiro foi solto com a liminar de Marco Aurélio, após cumprir seis anos e sete meses de detenção em regime fechado.

“O próprio corpo de jurados assentou a crueldade do crime, a impossibilidade de defesa da vítima, a tortura, as mutilações e as degradações do corpo e o pior, da memória, já que o corpo não foi encontrado”, ressaltou Fux. “Estamos diante de um crime hediondo. Não se dá liberdade provisória a crime hediondo, são fatos gravíssimos. Casos como esse merecem um tratamento diferenciado”, concluiu Fux.

Bruno foi preso em 2010, quando ainda tinha vínculo com o Flamengo. Ele jogou sua última partida pelo time carioca em junho daquele ano. O contrato com o rubro-negro acabou sendo encerrado somente em 2012.


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