Odebrecht tuition industry paid $ 10,6 billion from 2006 e 2014

The Federal Public Ministry (MPF), former Director of Operations reported that the funds were handled in offshore accounts abroad (in tax havens).
17/04/2017 11h31 - Updated 17/04/2017 11h31
Photo: reproduction

O ex-diretor do setor de operações estruturadas da Odebrecht Hilberto Mascarenhas disse, in winning tipoff, que a área criada dentro da empreiteira para fazer o pagamento de propinas movimentou mais de R$ 10,6 bilhões entre os anos de 2006 e 2014. The Federal Public Ministry (MPF), Mascarenhas informou que os recursos eram movimentados em contas offshores no exterior (in tax havens).

O ex-executivo disse que alertou ao então presidente da empresa, Marcelo Odebrecht, sobre os valores pagos em propina, what, according to him, estavam muito altos.

“Estava preocupado, muita gente participando das obras, e pressionei. Fui a Marcelo [Odebrecht], várias vezes, e disse: não tem condição, US$ 730 milhões é bilhão [in real]. Nem um mercado tem essa disponibilidade de dinheiro por fora e não tem como operar isso. É suicídio”, he said. According to him, como resposta, Marcelo Odebrecht deu orientação de “segurar”.

O ex-diretor do chamado setor de propinas disse que cada executivo responsável por obras da Odebrecht podia solicitar o recurso para fazer as obras andarem. According to him, os gerentes das obras recebiam bônus se atingissem as metas definidas para cada empreendimento.

“Se você der aquele resultado você ganha tanto. [So] você quer que o mundo se acabe, [but] você quer atingir aquela meta e colocar no seu bolso, o seu milhão [no bolso]. Se fazia qualquer coisa que tinha que fazer e atingir”, he said.

Segundo Mascarenhas, a prática foi banalizada. “Tem que tratar esse assunto como um extra, uma necessidade. Não como prazer de comprar alguém. Já estava virando um prazer de comprar [as pessoas] e isso me incomodava”, said, ao contar que os valores pagos pelo setor da propina caíram em 2014 depois que ele pressionou Marcelo Odebrecht.

O ex-diretor relatou ainda, que para proteger a identidade de quem recebia a propina, o responsável por determinada obra da empreiteira dava um apelido para o beneficiário do dinheiro.

Source: Agency Brazil


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