in the complaint, Janot will connect Fearing mail R $ 500 thousand delivered to Loures

The attorney general's office is preparing a complaint against the president related the fees agreed with JBS.
11/06/2017 12h04 - Updated 12/06/2017 10h56
Photo: reproduction

Na denúncia que prepara contra Michel Temer, Attorney General of the Republic, Rodrigo Janot, vai ligar o presidente ao recebimento da mala com R$ 500 mil pelo ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), preso desde o último dia 3.

No entendimento de investigadores, according to Folha, o conjunto de provas reunidas sobre a propina acertada com a JBS só faz sentido se forem considerados a influência e o poder de Temer.

The complaint, que deve ser protocolada até a próxima semana no STF (Supreme Court), juntará os pontos que envolvem o presidente nos episódios.

Na avaliação de investigadores, não é preciso comprovar que Temer recebeu o dinheiro da mala, mas que teve atuação na operação para o seu recebimento por Loures.

O enredo traçado pela Procuradoria inclui a intermediação de Loures no agendamento do encontro entre Temer e o dono da JBS, Joesley Batista, a orientação do presidente para o empresário tratar com o ex-deputado, o diálogo do acerto da propina e o flagra da entrega da mala.

Um dos principais indícios de que o acerto envolveu Temer, na avaliação dos investigadores, está em diálogo, entre Loures e o executivo da JBS Ricardo Saud, gravado pela Polícia Federal em um café em São Paulo.

A conversa antecedeu o recebimento da mala, entregue por Saud, e deixou implícita a existência de uma terceira pessoa por trás do acordo, segundo integrantes da investigação. I do not dialogue, aparece a menção a “President”.

A intenção de Janot é denunciar Temer pelo crime de corrupção passiva, tipificado como o recebimento de vantagem indevidapara si ou para outremvalendo-se do cargo que ocupa. A pena é de 2 a 12 years in prison.

A inclusão de outros crimes, como obstrução da Justiça, está em análise, podendo fazer parte de uma segunda denúncia, conforme a Folha apurou. O presidente nega ter cometido crime e ter relação com a mala recebida pelo seu ex-assessor especial.

O prazo de dez dias para a Polícia Federal entregar o relatório do inquérito à Procuradoria-Geral da República terminaria na terça (13), mas a PF pediu prorrogação.

Após o relatório, Janot tem cinco dias para oferecer a denúncia, mas pode adiantá-la. Para o plenário do STF transformar Temer em réu, é preciso autorização da Câmara.

Em caso de aval, os ministros do STF podem acolher ou recusar a denúncia. Recebida, Temer vira réu e é afastado do cargo por até 180 days. Se o julgamento não terminar, ele segue processado, mas no cargo.

PONTOS

“He [To fear] prefere te atender à noite, no Jaburu, a partir de umas 11 da noite, dez horas”, disse Loures a Joesley em 6 March, agendando para o dia seguinte o encontro em que o empresário gravou o presidente. Joesley também gravou Loures.

Na noite de 7 March, na conversa com Joesley no Palácio do Jaburu, Temer indicou Loures para tratar de assuntos de interesse do grupo J&F, que controla a JBS. “Pode passar por meio dele [Loures]. É da minha mais estrita confiança”, diz o presidente.

Após a orientação presidencial para a JBS tratar com Loures, ele se encontra com Saud em um café em uma área nobre de São Paulo. Combinada com Saud, que àquela altura havia virado delator, a PF grava a conversa.

Você já tem, pra mim te entregar, R$ 500 one thousand […] Nessa semana de 15/4 a 21”, diz Saud ao ex-deputado.

Se for você [receber a propina], eu levo lá em Brasília pra você […] Mas como que ele quer? Fala ‘presidente, tá lá, e tá’Nós não vamos falhar [nos pagamentos]…”, afirma Saud a Loures.

Later, the whistleblower, Saud e Joesley relataram que foram acordados pagamentos de R$ 500 mil por semana ao longo de 20 anos como retribuição a favores no Cade. Para investigadores, or value, que atingiria cerca de R$ 480 millions, é alto demais para ser só para o deputado.

DIÁLOGO

Crucial para a denúncia na avaliação de investigadores, o diálogo entre o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) e o executivo Ricardo Saud, da JBS, em um café na capital paulista deixaria implícita a participação do presidente Michel Temer no acerto da propina.

No trecho em que falam de valores e formas de fazer os repasses semanais, Saud cita duas vezes o “President” –também mencionado antes ao menos quatro vezes, por ambos, em outros contextos.

“Actually, eu vou consultá-lo primeiro, vou pedir pro EdgarPrimeiro eu vou consultar com ele, e ver se esse procedimento pra ele…”, diz Loures, após Saud lhe falar dos pagamentos.

O ex-deputado prossegue: “O nome dele é Edgar. Eu vou perguntar pro Edgar se o Edgar, porque o Edgar fica em São Paulo e é ele que faz a gerência das coisas.

Nas 82 perguntas enviadas pela Polícia Federal ao presidente na última segunda (5), Temer é questionado sobre alguém próximo a ele chamadoEdgar”. Mas não respondeu.

A conversa no café prossegue. “O Edgar trabalha com o presidente?”, diz Saud. “Mas primeiro eu vou falar com ele”, diz Loures. “No, Clear”, responde o executivo.

O problema é o seguinte: as outras, os outros caminhos estão todos congestionados. Então esse é um outro caminho”, explica Loures. O trecho seria, according to research, uma referência às formas de repassar a propina.

Eu não vou me arriscar. Se for você, eu levo lá em Brasília pra você, levo onde você quiser, now, se for outra pessoa, aí eu vou mandar outra pessoa fazer também. Mas como que ele quer? Fala ‘presidente, tá lá, e tá’nós não vamos falhar…”, diz Saud.

“At first…”, diz Loures. “É esse Edgar”, interrompe Saud. “Mas primeiro eu vou falar com ele”, repete Loures, quase encerrando.

Source: Folha de S.Paulo


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