Senator accuses Fear of blackmail and demands resignation

“Esse governo corrupto tinha que ter vergonha na cara e renunciar”, said Hélio José.
21/06/2017 16h16 - Updated 21/06/2017 18h15
Photo: reproduction

Um dos três votos da base aliada que ajudaram a derrotar a reforma trabalhista em comissão do Senado, o senador Hélio José (PMDB-DF) He said on Wednesday, 21, ter sido alvo de retaliação do governo com a demissão de dois indicados seus em órgãos do Executivo. Em um discurso de oposição, acusou o presidente Michel Temer de chantagem e cobrou sua renúncia. “Nós não podemos permitir que o governo transforme votações em balcão de negócios. Esse governo está podre. This corrupt government had to be ashamed in the face and renounce ", said Hélio José.

O peemedebista surpreendeu na terça-feira, 20, o governo ao votar contra o relatório do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) sobre a reforma trabalhista na Comissão de Assuntos Sociais (CASE). Um texto alternativo, contra a reforma, foi aprovado por 10 votes to 9.

“A reforma trabalhista é equivocada. Vem precarizar ainda mais as relações de trabalho. É inadmissível, um governo mergulhado nesse emaranhado de corrupção, tome esse tipo de atitude de retaliação de quem quer fazer as coisas de forma adequada. É uma falta de consideração”, said Hélio José. “Não dá para ser coagido, chantageado, por causa de posto no governo.”

Os indicados de Hélio José exonerados hoje foram Vicente Ferreira, que deixou a Diretoria Planejamento e Avaliação da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), e Nilo Gonsalves, exonerado do cargo de superintendente do Patrimônio da União no Distrito Federal (SPU-DF). “Acho que o governo está para o que der e vier. Eles enlouqueceram. Pegar um senador da República e retaliar com duas indicaçõezinhas não é justo. Não é um governo correto.”

Posição
Segundo Hélio José, sua posição contrária à reforma já havia sido externada a parlamentares do seu partido. Ele admite a influência do líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), in his vote. O ex-presidente do Senado tem adotado posições críticas às reformas propostas pelo governo.

Questionado se houve alguma ameaça de que poderia perder cargos antes da votação na CAS, o senador afirmou que o líder do governo, Romero Juca (PMDB-RR), o havia alertado para não votar contra a proposta. He said, However, que não havia conversado com o correligionário após a votação de terça-feira.


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