Deputy who tattooed Temer name is guilty in the Supreme Court for embezzlement from 2010

The MP says, guilty, waive the mandate.
01/08/2017 15h39 - Updated 1/08/2017 15h39
Photo: reproduction

Em evidência no noticiário político nos últimos dias devido à tatuagem que fez com o nome do presidente Michel Temer, Congressman Costa Wladimir (SD-PA) afirmou que irásepultar a carreira políticacaso seja condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) the crime of embezzlement.

O deputado é réu no STF desde 2010, junto com Wlaudecir Antônio da Costa Rabelo, irmão dele, sob a acusação de ter ficado com dinheiro que teria como destino inicial servidores fantasmas.

Na sexta-feira passada, 28, a Procuradoria-Geral da República enviou ao STF as alegações finais na ação penal e reiterou o entendimento de que Costa cometeu o crime. O relator atual do caso é o ministro Edson Fachin, que deverá agora abrir prazo para a última manifestação da defesa antes do julgamento.

O que eu tenho de falar é que eu renuncio o meu mandato, sepulto a minha carreira política, se o MPF, se a PGR, os peritos da PF provarem que realmente houve depósitos de origem delituosa ou escusa”, afirmou o deputado ao Broadcast Político.

According to the Attorney General of the Republic, Rodrigo Janot, os elementos colhidos no curso da instrução da ação penalformam um consistente mosaico probatório que revela o esquema criminoso capitaneado por Wladimir Costa, com o auxílio de seu irmão Wlaudecir Antonio da Costa Rabelo, para desviar, their advantage, recursos públicos da Câmara dos Deputados no período de 25/02/2003 a 30/03/2005”.

Na execução dos delitos, Wladimir Costa contou com a ajuda de seu irmão Wlaudecir Costa, what, embora não ocupasse cargo ou função na Câmara dos Deputados, exercia papel de fundamental

importância na engrenagem criminosa, incumbindo-lhe arrecadar os salários indevidamente recebidos pelos servidores fantasmas arregimentados na equipe da Banda Wlad e TV RBA”, said Janot.

Janot relembrou que a denúncia tem relação com uma reclamação trabalhista de autoria de Fabio Lopes Maria contra o deputado. Fabio Lopes Maria dissera que, in January 2003, “took on” as “orange” a atividade de assessor parlamentar de Wladimir Costa. Ele disse que nunca pisou em Brasília e que repassava o dinheiro ao deputado por meio do irmão, Wlaudecir.


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