CPI Maués concludes R $ 8 million embezzlement by former Mayor Carlos Góes

O dinheiro teria sido usado para pagamento de honorários advocatícios (R$ 5,5 millions), pagamentos de fornecedores e dívidas do sistema previdenciário do município (R$ 1,5 million), among others.
12/09/2017 17h09 - Updated 13/09/2017 11h18
Photo: disclosure

Formação de quadrilha, improbidade administrativa e peculato. Estas são as conclusões contra o ex-prefeito do município de Maués (257 Km from Manaus), Father Carlos Garcia, apontadas no relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), apresentado no início da tarde desta terça-feira (12), na Câmara de Vereadores do município, pelo relator do processo, vereador Luiz Canindé.

According to the document, pelo menos R$ 8 milhões em recursos federais exclusivos para a educação, teriam sido utilizados para outras finalidades, como o pagamento de honorários advocatícios (R$ 5,5 millions), pagamentos de fornecedores e dívidas do sistema previdenciário do município (R$ 1,5 million), além da compra de fardamentos e merenda (R$ R$ 1,2 million).

“O problema na aquisição das fardas e alimentos para os estudantes é que foi feito em dezembro de 2016, no final do mandato do ex-prefeito Carlos, e depois que o ano letivo nas escolas municipais já tinha acabado”, destacou o vereador Canindé, durante a leitura do relatório no plenário da Casa.

Além da responsabilização do ex-prefeito, a CPI pede também o indiciamento da ex-secretária de Finanças de Maués, Maria dos Santos Graciete, e dos advogados Sylvio Cademartori Neto (which received R $ 5,5 milhões em honorários pagos com verbas para a educação) e Hipólito Gadelha (apontado, juntamente a Maria Graciete, como beneficiário de 15 procurações emitidas por fornecedores da prefeitura).

De acordo com o presidente da CPI, vereador Rodrigo Bentes, após a leitura na tarde desta terça-feira (12), o relatório passa a integrar o cronograma da Casa e deve ser votado até o final do mês.

Se for aprovado pela maioria simples dos vereadores – oito votos – o relatório será encaminhado para todos os órgãos de controle estadual e federal, como Tribunal de Contas do Estado e União, Ministério Público Federal e Estadual, polícias Civil, Militar e Federal, além do Governo do Amazonas, Ministério da Educação e Governo Federal.
“Acredito na aprovação porque em 120 dias de trabalho e mais de 26 depositions, inclusive do ex-prefeito Padre Carlos, reunimos provas irrefutáveis de graves problemas na gestão financeira destes recursos”, afirmou o Bentes, ao acrescentar que o relatório também pede o ressarcimento dos R$ 8 milhões aos cofres públicos de Maués.


*** If you are in favor of a totally free and impartial press, collaborate enjoying our page on Facebook and visiting often the AM POST.


Contact Terms of use