PF operation investigates possible cases of fraud in TRT-11 competition

PF already served six search warrants and six coercive conduct warrants in Amazonas State, Roraima and Alagoas.
15/09/2017 15h58 - Updated 16/09/2017 15h03
Photo: reproduction

Federal police broke out early on Friday (15), a operação ‘Porta dos Fundos’, que tem por finalidade cumprir medidas cautelares probatórias para apurar o esquema de fraude do concurso para provimento de cargos de analista e técnico do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (Amazonas e Roraima).

At this stage, a Polícia Federal cumpre seis mandados de busca e apreensão e seis mandados de condução coercitiva nos Estados do Amazonas, Roraima and Alagoas. Os investigados respondem pelos crimes de constituição de organização criminosa (art. 2º da Lei nº.12.850), associação criminosa (art. 288 do CP) e fraude em certame de interesse público (art. 311-A do CP).

No decorrer das investigações, apurou-se o possível envolvimento da organização criminosa investigada na ‘Operação Gabarito’, da Polícia Civil da Paraíba.

Além dos integrantes da organização criminosa, foram identificados ainda cinco candidatos supostamente beneficiados pelo esquema: três candidatos estão classificados nos cargos de técnico e analista judiciário – área administrativa e outros dois candidatos estão classificados no cargo de técnico judiciário – área administrativa.

As provas do concurso do TRT 11ª foram aplicadas em 19/02/17, nos turnos da manhã (Técnico Judiciário) e tarde (Analista Judiciário), nas cidades de Manaus (AM) and Boa Vista (RR).
As investigações iniciaram em abril de 2017, mediante provocação da Fundação Carlos Chagas, organizadora do concurso.

“Porta dos Fundos” é a expressão popular utilizada para designar uma atividade ou ação que queira ser escondida ou que seja de natureza escusa. Ao tentarem adentrar no serviço público de forma irregular, os envolvidos remetem à ideia ilustrativa de um acesso irregular a um local, indicando, therefore, uma entrada pela porta dos fundos.

A Polícia Federal esclarece que não foram identificados indícios de participação de funcionários/servidores da Fundação Carlos Chagas ou do TRT 11ª Região no esquema fraudulento.


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