en un testimonio, cambiador de dinero, dice Fernando Collor recibido comisiones ilegales

Segundo Alberto Youssef o montante seria de R$ 3 millón.
24/02/2015 15h15 - Actualizado 10/03/2015 03h53

Em depoimento a procuradores que investigam o esquema de corrupção na Petrobras, o doleiro Alberto Youssef detalhou como o senador e ex-presidente da República Fernando Collor de Mello recebeu propina de R$ 3 milhões resultante de um negócio da BR Distribuidora, subsidiária da estatal.

De acordo com o doleiro, a propina veio de um contrato no valor de R$ 300 milhões assinado em 2012 entre uma rede de postos de combustíveis de São Paulo e a BR Distribuidora. De acordo com o jornal Folha de São Paulo, o negócio era para que a rede deixasse uma marca de combustíveis e passasse a integrar o grupo de revendedores da BR Distribuidora.

De acuerdo con el periódico, foi nesse tipo de operação que foi negociada a propina no valor de 1% do total do contrato, o que corresponde a R$ 3 millón. El dinero, arrecadado nos postos em três parcelas, era destinado a Collor, de acordo com o doleiro.

O montante era repassado a Pedro Paulo Leoni Ramos, empresário e consultor do setor de energiaemissário de Collor e de seu partido, una OPA. De acordo com a Folha, Ramos, amigo da juventude de Collor, trabalhou como um operador do esquema, intermediando o suborno. Youssef não detalhou como a propina chegava ao ex-presidente.

Youssef já havia contado, em depoimentos à força-tarefa da Lava Jato em Curitiba entre outubro e novembro de 2014, que Collor recebia propina no esquema. En este mes, em depoimentos à Procuradoria-Geral da República, el periódico, deu mais detalhes sobre a participação do ex-presidente no esquema de corrupção.

Segundo a Folha, año pasado, Collor negou o recebimento de propina e qualquerrelacionamento pessoal ou políticocom Youssef. À Folha, o empresário Pedro Paulo Leoni Ramos também negou envolvimento com o esquema e a BR Distribuidora disse quenão assinou o contrato mencionado no depoimento.


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