• Ex-presidente da Sete Brasil admite ter recebido propina de R$ 2 milhões de dólares

    A Petrobras estima que os valores desviados somaram, hasta ahora, 224 milhões de dólares.
    20/07/2015 10h35 - Actualizado 20/07/2015 10h35

    Foto: reproducción


    O ex-presidente da Sete Brasil, João Carlos Ferraz, admite pela primeira vez ter recebido cerca de 2 milhões de dólares em propina de estaleiros que trabalham para a empresa na construção de sondas para explorar o pré-sal. Ferraz confessou a informação por meio de carta enviada à direção da companhia em março deste ano, segundo o jornal Folha de S.Paulo.

    As “gratificações”, de acordo com o ex-presidente, foram recebidas num “momento de fraqueza”, em que era pressionado por colegas. Sin embargo, Ferraz não esclarece quem pagou, nem quem o pressionou.

    Além de Ferraz, o ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco, um dos delatores da Operação Lava Jato, falou sobre propinas na Sete. A Petrobras estima que os valores desviados somaram, hasta ahora, 224 milhões de dólares.

    A Sete foi criada pela Petrobras para administrar sondas do pré-sal. Além da estatal, tem sócios como os bancos BTG Pactual, Santander e Bradesco e fundos de pensão estatais como o FI-FGTS.

    Complicações

    En marzo de este año, o lobista Guilherme Esteves de Jesus foi acusado de pagar ao menos 8,2 milhões de reais em propina em nome do estaleiro Jurong, cliente da Sete na construção de sondas e um dos maiores grupos do setor do mundo.

    Após ser envolvida nos escândalos de corrupção, a Petrobras cancelou a compra de equipamentos da Sete Brasil, que tinha planos de investir mais de 25 bilhões de dólares em sondas de águas profundas.

    A empresa obteve, no início do mês, um alívio para suas dívidasum grupo de cinco bancos brasileiros, entre eles a Caixa e o Banco do Brasil, vai refinanciar cerca de 11,5 bilhões de reais em empréstimos por 45 dias.

    A intenção é dar fôlego à Sete para permitir que continue promovendo um programa de reorganização em suas contas, segundo a Reuters.

    Fuente: Exame.com


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