09/07/2015 16h32 - Actualizado 9/07/2015 16h37

arandela de coche que mató a colega se entrega a la policía

Segundo a PC, o criminoso disse não arrumar emprego e, por eso, decidiu ‘pagar pelo crime’.
foto: PC estreno
foto: PC estreno

O lavador de carros Francisco Rauleson Silva Gama, 26, conhecido como “Alce”, se entregou, en la tarde del miércoles (8), na Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (Dehs). O jovem é acusado de matar um rapaz identificado como José Edson Rodrigues de Paiva, en las primeras horas del día 6 diciembre 2011, na Rua Judá, localizada no Conjunto Nossa Senhora de Fátima 2, Nueva zona de Ciudad, zona Norte da capital.

Francisco se entregou à Polícia Civil por volta das 14h de quarta-feira, día 8. Ele foi até o 6º Distrito Integrado de Polícia (INMERSIÓN), naquela região da cidade, e na unidade policial os investigadores constataram que havia um mandado de prisão preventiva em nome dele em aberto, por homicídio qualificado, representado por servidores que atuam na DEHS. Por conta disso “Alce” foi conduzido à especializada para prestar esclarecimentos.

Según el delegado Ivo Martins, o mandado de prisão em questão foi expedido no dia 14 Mayo de este año, por el juez del segundo palo jurado, Anésio Rocha Pinheiro. “Francisco alegou que estava enfrentando dificuldades financeiras e não conseguia emprego com carteira assinada por conta da restrição no nome dele. Ele decidiu pagar pena pelo crime pra resolver a pendência com a Justiça”, Said Martins.

A medida que la autoridad policial, Francisco seria o autor do homicídio de José Edson Rodrigues de Paiva, que era conhecido como “Toupeira” e tinha 27 anos na época em que o crime aconteceu. “A vítima veio a óbito após ser alvejada na cabeça por “Alce”. O fato ocorreu após um desentendimento entre eles, relacionado ao tráfico de drogas. O infrator teria encontrado uma vítima em um bar e aproveitou a oportunidade para cometer o delito”, explicó.

en un testimonio, Francisco relatou que estava arrependido e que após cumprir pena na cadeia iniciaria uma nova vida. “Eu queria muito trabalhar de carteira assinada, mas sou impedido por ter cometido esse homicídio. Decidi pagar pelo crime que cometi e quando for liberado pela Justiça vou distribuir currículos para garantir um emprego e sustentar minha família”, declarado.

Francisco foi indiciado por homicídio qualificado e ao término dos procedimentos cabíveis realizados na DEHS ele será conduzido à Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, en Manaus Centro, sul, que estará a disposición de la Justicia.

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