04/08/2015 14h28 - Actualizado 4/08/2015 14h31

Deputado convoca secretário de Segurança para explicar aumento de assassinatos na cidade

No final de semana retrasado, más que 35 pessoas foram assassinadas.
foto: Alea

El congresista José Ricardo Wendling (PT) está convocando o secretário de Estado da Segurança Pública (SSP), Sergio Fontes, para explicar na Assembleia Legislativa do Estado (peligro) o aumento de assassinatos na cidade, falar sobre o Plano de Segurança Pública e construir propostas a serem apresentadas ao Plano Plurianual (PPA) para 2016/2019. A convocação foi aprovada na Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Legislação Participativa da Aleam e coube ao presidente, José Ricardo, a definição da data.

No final de semana retrasado, más que 35 pessoas foram assassinadas, na maior chacina registrada no Estado. E o pior: a maioria dessas vítimas eram pessoas inocentes, que não tinham passagem pela polícia e nem deviam à Justiça, conforme informou o próprio secretário de Segurança, que ainda prometeu identificar os autores, prendê-los seja quem for para não criar a sensação de impunidade.

“Vou cobrar as promessas do secretário. O Governo deve explicações à sociedade. As estatísticas mostram o descontrole por parte do Estado ou a falta de priorização na segurança pública, uma área tão importante”, declarado. En el año 2014, aconteceram 749 asesinatos. Mas somente no primeiro semestre deste ano, foram mortos mais da metade das vítimas do ano passado inteiro. Neste último final de semana, foram mais de dez assassinatos; e ontem, dois taxistas também foram mortos. “Onde vamos chegar”?, questionou o parlamentar.

Ele também está encaminhando requerimento à SSP reforçando pedido de apuração de todos esses casos; informações quanto às vítimas, quem é quem; e a apresentação dos culpados. “Inocentes foram mortos e não pode ficar por isso mesmo”, disse José Ricardo, considerando que a tônica geral da sociedade era que todas essas vítimas eram bandidos. “Há suspeitas de que os autores seriam policiais, por vingança da morte do sargento da PM; ou acerto de contas entre facções criminosas. Isso tem que ser investigado”, dijo.

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