Governo Central acumula déficit de mais de R$ 9 millones

O resultado é o menor da história para os sete primeiros meses do ano, desde 1997.
27/08/2015 16h14 - Actualizado 27/08/2015 16h14
foto: REUTERS/Ueslei Marcelino

A queda da arrecadação provocada pela contração da economia afetou as contas públicas em 2015. De enero a julio, o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – acumula déficit primário de R$ 9,051 millones.

Em valores reais (corrigidos pela inflação oficial), o resultado é o menor da história para os sete primeiros meses do ano desde a criação da série histórica, en 1997, e está negativo pela primeira vez no período.

O déficit primário representa o resultado negativo das contas públicas antes do pagamento dos juros da dívida pública.

En julio, o Governo Central registrou déficit de R$ 7,223 millones, também o pior resultado para o mês em valores reais e o segundo resultado negativo mensal consecutivo.

Os déficits nos últimos dois meses anularam o superávit primário de R$ 6,626 bilhões acumulado de janeiro a maio.

De acuerdo con el Tesoro Nacional, a queda na arrecadação está sendo a principal causa para o desempenho negativo das contas públicas em 2015.

De enero a junio, El ingreso neto se redujo 5,7% después de la inflación. As despesas totais, sin embargo, ficaram estáveis, caindo apenas 0,7% no mesmo critério.

A estabilidade das despesas está sendo puxada pelos investimentos, que totalizaron R $ 32,262 bilhões nos sete primeiros meses do ano, queda real (después de la inflación) de 36,6% en relación a 2014.

De este total, os gastos com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) totalizó R $ 23,270 millones, una reducción real 36,5%. Outra despesa que apresentou diminuição ao considerar a inflação foi o funcionalismo, verdadera abajo 1,4%.

Sin embargo, outros tipos de gastos estão subindo em 2015, como o custeio (manutenção da máquina pública), com alta real de 5,7% en 2015 e subsídios e subvenções, com alta real de 205,2% impulsionada pelos financiamentos do Programa de Sustentação do Investimento, concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

As despesas da Previdência Social acumulam alta de 2,7% acima do IPCA em 2015. De acuerdo con el Tesoro, o crescimento real deve-se ao aumento de 3,1% no número de benefícios pagos.

As dificuldades em cortar gastos e em aumentar as receitas fizeram a equipe econômica reduzir para R$ 8,7 millones, 0,15% Producto Interno Bruto (INICIO, soma das riquezas produzidas no país), a meta de superávit primário (economía para pagar intereses de la deuda pública) para 2015. De este total, 0,10% – R$ 5,8 bilhões – correspondem à meta do Governo Central.

fuente: Exame.com


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