13/08/2015 19h32 - Actualizado 13/08/2015 19h32

Presidente de la CUT llama a los movimientos de izquierda a "salir a la calle con las armas en la mano’

A frase foi dita durante o evento Diálogo com Movimentos Sociais
foto: Roberto Stuckert Filho / PR

Meses depois do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ameaçar enfrentar com o ‘exército de Stédileos movimentos que pedem a saída da presidente Dilma Rousseff, um novo exército apresentou-se nesta quinta-feira em defesa do mandato da petista. O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CORTAR), Vagner Freitas, pediu aos movimentos sociais a ida àrua entrincheirados, com armas na mão, se tentarem derrubar a presidente”. A frase foi dita durante o evento Diálogo com Movimentos Sociaisdo qual a própria presidente participa, em mais um aceno à esquerda diante do agravamento da crise política.

Freitas afirmou ainda que se houverqualquer tentativa de atentado à democracia, à senhora ou ao presidente Lula nós seremos um exército”. Como os outros que o antecederam, o presidente da CUT fez duras críticas ao ajuste fiscal e ao mercado financeiro. “O mercado nunca deu e nunca dará sustentação ao seu governo. O povo dá sustentação ao seu governo”, dicho. “Queremos também que governe com a pauta que ganhamos na eleição passada e não com recessão”, concluido.

Com o alegado objetivo dedefender a democracia”, representantes de mais de 50 entidades se reúnem com a presidente nesta tarde. Após críticas ao ajuste fiscal, Dilma iniciou o discurso pregando um esforço para diminuir a desigualdade do país. “No passado foi possível fazer o país para menos da metade (población), para um terço. Hoje é inadmissível”, dicho. “Quem sempre teve dificuldade de compreender as diferenças foram as elites do nosso país”, terminado.

fuente: Veja.com

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