El cuarenta por ciento de Brasil entre 50 mi 69 años hacen la mamografía

O Norte foi a região com menor percentual de mulheres que fizeram o exame (38,7%).
21/08/2015 10h21 - Actualizado 21/08/2015 10h21
foto: Agencia Brasil

Cerca de 60% das mulheres brasileiras entre 50 mi 69 anos de idade fizeram mamografia em 2013. Esse e outros dados sobre a saúde da mulher estão na Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), publicado hoy (21) el Instituto Brasileño de Geografía y Estadística (IBGE). A pesquisa foi feita em parceria com o Ministério da Saúde para ampliar o conhecimento sobre as características de saúde das brasileiras, que são maioria na população (51,9%) e as principais usuárias dos serviços de saúde.

Os dados são relativos a mamografias feitas até dois anos antes da pesquisa e revelam que a realização do exame – para detectar câncer de mama – foi mais frequente entre mulheres brancas (66,2%) do que pretas (54,2%) e pardas (52,9%) e mais frequente entre aquelas com grau superior completo (80,9%), do que entre mulheres sem instrução ou com ensino fundamental completo (50,9%).

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, Ruffo de Freitas Junior, o acesso ao exame melhorou muito no país nos últimos anos, mas ainda está abaixo do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que es 70% das mulheres nessa faixa etária fazendo mamografia periodicamente.

"Además, a qualidade do exame é fundamental. Com o Programa Nacional de Mamografia funcionando na maioria das cidades, tenho certeza que nossos índices de mortalidade vão cair nos próximos anos”, comentou Freitas Junior, ao destacar a importância do acesso ao tratamento adequado do câncer de mama em todo o território nacional. “Acredito que com tudo isso em um futuro próximo estaremos ao lado de países como Estados Unidos e Inglaterra, mostrando redução da mortalidade por câncer de mama, que ainda é alta no Brasil”, dicho.

O Norte foi a região com menor percentual de mulheres que fizeram o exame (38,7%), seguido pelo Nordeste (47,9%), Centro-Oeste (55,6%), en (64,5%) e Sudeste (67,9%). Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama é o terceiro mais frequente em mulheres no Brasil e responde por 22% dos casos novos a cada ano.

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A pesquisa do IBGE entrevistou as mulheres também sobre o exame Papanicolau, que detecta o câncer de colo do útero. casi 80% das brasileiras entre 25 mi 64 anos fizeram o exame nos três anos anteriores à pesquisa. Os maiores percentuais estão nas regiões Sul (83%), Sudeste (81,1%) e Centro-Oeste (80,9%), que apresentaram percentuais acima da média nacional. No Norte a taxa foi 75,5% e no Nordeste 75,1%. Dentre o grupo que nunca fez o exame, 45,6% declararam não achar necessário, 20,7% nunca haviam sido orientadas para fazer o Papanicolau e 9,7% declararam ter vergonha de fazê-lo.

Aborto e gravidez
casi 70% das brasileiras entre 18 mi 49 ficaram grávidas alguma vez na vida e a idade média da primeira gravidez é 21. Os dados mostram que quanto menor o grau de instrução, mais precoce foi a primeira gravidez. Nas regiões Norte e Nordeste, más que 72% das mulheres na faixa etária avaliada já havia engravidado, enquanto na Região Sudeste esse indicador era 66,1%.

O acompanhamento médico da gestante e do bebê, o pré-natal, foi feito para 97,3% das brasileiras grávidas em 2013 mi 97,7% fizeram pelo menos uma ultrassonografia ao longo da gestação. casi 65% fizeram exame de sangue para sífilis e 88,8% para HIV. Cerca de 45% das mulheres fizeram parto normal e o percentual mais elevado foi verificado na Região Norte (59,8%) e entre mulheres sem instrução ou com ensino fundamental incompleto (65,3%). Das mulheres que fizeram cesariana, 53,5% marcaram com antecedência a data do parto ainda no período pré-natal. A pesquisa avaliou os partos feitos entre janeiro de 2012 y julio 2013.

Un poco más de 2% das mulheres na faixa etária avaliada relataram ter provocado um aborto. Desse grupo, aproximadamente 61% relataram que faziam uso de métodos contraceptivos. O aborto provocado foi mais frequente entre as mulheres com menor grau de instrução (2,8%) e mulheres pretas (3,5%). No recorte regional, a Região Sul registrou o menor percentual (1%) de aborto provocado e a Região Nordeste (3%), o maior.

Según el estudio, cerca de 15% das entrevistadas disseram ter sofrido abordo espontâneo em 2013. O percentual maior (21,1%) foi verificado entre as mulheres sem instrução ou com ensino fundamental completo. Entre as mulheres com nível superior completo, 11,7% sofreram aborto espontâneo.

Obesidade
A pesquisa constatou também que o aumento da obesidade no país afetou principalmente as mulheres: uma em cada quatro brasileiras (24,4%) por encima 18 anos é obesa. A média nacional é é 20,8% e entre os homens o índice cai para 16,8%.

En diez años, a obesidade entre as mulheres com mais de 20 anos passou de 14% en 2003 – segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares –, para 25,2% en 2013, aumento de 11,2 pp. Já entre os homens, o crescimento foi menor: 8,2 pp (de 9,3% para 17,5%).

O acúmulo de gordura abdominal também é mais frequente no sexo feminino, llegar 52,1% das mulheres e 21,8% hombres. O oposto ocorre em relação a hipertensão arterial, que é mais comum entre os homens (25,3%) do que entre as mulheres (19,5%), llegar 22,3% población.

A dona de casa carioca Maria Clara Souza, 30 años, engordou dez quilos nos últimos três anos e está fazendo acompanhamento médico para emagrecer. “Depois que meu filho nasceu, parei de fazer exercício e descuidei da dieta”, dijo. “A verdade é que sai mais barato e prático comer porcaria industrial do que fazer uma comidinha saudável”, agrega.

fuente: Agencia Brasil


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