15/09/2015 10h17 - Actualizado 15/09/2015 10h17

Dilma apela a líderes no Congresso para aprovar pacote fiscal

A presidente recebe hoje, em duas reuniões, líderes de sua base aliada.
foto: Ueslei Marcelino/Reuters
foto: Ueslei Marcelino/Reuters

A presidente Dilma Rousseff recebe nesta terça-feira em duas reuniões no Palácio do Planalto líderes de sua base aliada no Congresso Nacional, um dia depois de o governo apresentar medidas de corte de 26 bilhões de reais em despesas e também um plano tributário de aumento de receitas, que inclui uma nova contribuição sobre movimentações financeiras. Dilma tenta se reaproximar dos parlamentares para articular a aprovação de parte substancial do pacote, que tem de tramitar no Congresso. Entre as medidas anunciadas, há a suspensão do reajuste de servidores e de concursos, além de redução dos repasses ao Minha Casa Minha Vida e ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

A partir das 9h, a presidente tem audiência com os líderes das bancadas na Câmara dos Deputados. Às 14h30, Dilma receberá os senadores, em um esforço para explicar e convencer os parlamentares da efetividade das medidas.

En este segundo, el alcalde, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que émuito pouco provávelque o governo consiga, por ejemplo, aprovar a nova CPMFum dos pilares do ajuste fiscal anunciado. A recriação da CPMF depende de aprovação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC), que exige tramitação em duas comissões, votação em dois turnos e ainda um quórum mais elevadotrês quintos dos votos, y 308 na Câmara e 49 no Senado.

Cunha também mostrou que não foi bem recebido na Câmara o adiamento do corte na máquina estatal, que será anunciado até o fim do mês, e deve gerar uma economia de 200 millones de reales. O PMDB cobrava da presidente a redução do número de ministérios e de cargos comissionados antes da proposição de novos tributos. Para el alcalde, “o governo está fazendo ajuste na conta dos outros”. “É um pseudocorte de despesas”, Said Cunha.

El presidente del Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), reagiu de maneira mais amena ao corte: “É sempre melhor fazer alguma coisa do que não fazer nada”. Ele indicou, sin embargo, que o Congresso pretende alterar as propostas anunciadas pelo Executivo. “O Congresso tende a melhorar todas as medidas que por aqui tramitam. Tudo que passa pelo Congresso sai melhorado”, dicho.

fuente: Veja.com

*** Si usted está a favor de una prensa totalmente libre e imparcial, colaborar disfrutando de nuestra página en Facebook y visitar a menudo el AM Mensaje.

Ultimas Noticias

contacto Condiciones de uso wp: (92) 99344-0505