Greve dos servidores do INSS deve encerrar na próxima semana

A paralisação deve acabar depois da assinatura de um acordo entre o governo e os grevistas.
25/09/2015 13h03 - Actualizado 25/09/2015 13h03
foto: Marcelo Camargo / ABr

A greve dos servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que nesta sexta-feira, 25, completa 81 dias corridos, deve se encerrar na próxima semana.

De acordo com a Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, trabajo, Previdência e Assistência Social (Fenasps), a paralisação deve acabar depois da assinatura de um acordo entre o governo e os grevistas.

El viernes, as agências do INSS em todos os Estados ainda estão fechadas. O órgão tem 33 mil servidores. A decisão pelo fim da greve é tomada pelos sindicatos nacionais para, entonces, ser formalizada em uma assembleia nacional.

El jueves, 24, no primeiro dos encontros com representantes estaduais, 15 Estados e o Distrito Federal aprovaram a suspensão da greve. Son ellos: San Pablo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espíritu Santo, Paraíba, Mato Grosso, Mato Grosso del Sur, Paraná, Río Grande del Sur, Santa Catarina, Maranhão, río Grande del Norte, Pará, Bahia e Goiás.

Está marcada para hoje outra assembleia com os representantes dos demais Estados.

Os sindicatos vão encerrar a greve mesmo sem ter atendidos os principais pontos de reivindicação. Eles aceitaram a proposta do governo de dividir o reajuste salarial de 10,8% en dos plazos, 5,5% en agosto 2016 mi 5,3% en enero 2017.

Nas outras reivindicações, os pleitos foram atendidos parcialmente, como a redução da parcela variável dos salários e a fixação de carga horária de 30 horas.

Eles queriam a realização de mais concursos públicos, tendo em vista que a metade dos servidores vai se aposentar até 2017, mas esse pedido não vai ser atendido agora.

O momento de frustração de receitas, com novo pacote fiscal para fechar as contas em 2016, inviabilizou as negociações. Por eso, decidiram pelo fim da paralisação.

O quadro político e econômico do País ampliou ainda mais a intransigência e soberba do governo, não nos restou outra alternativa”, disse José Campos, do Comando Nacional de Greve da Fenasps.

fuente: Exame.com


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