Construção civil deve perder 556 miles de puestos de trabajo

O resultado no número de empregos deve corresponder a uma queda de 16,8%.
30/10/2015 13h09 - Actualizado 30/10/2015 13h09
foto: Justin Sullivan/AFP

O setor de construção civil do Brasil deve perder 556 mil postos de trabalho em 2015, de acordo com estimativa do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP).

Se confirmado, o resultado no número de empregos deve corresponder a uma queda de 16,8% en relación a 2014.

Con eso, o estoque atual de trabalhadores do setor deve terminar o ano abaixo de três milhões. No acumulado de 2015 até setembro, a construção civil já perdeu 248,224 mil postos de trabalho e encontrava-se no mês passado com um estoque de 3,070 millones de trabajadores, informou o Sindicato, com base nos números do Ministério do Trabalho e do Emprego.

Para la entidad, a falta de perspectiva de retomada no cenário macroeconômico deve afetar a atividade em 2016.

Nunca tivemos um ano como este em que a indústria da construção realiza um volume tão grande de demissões nos primeiros nove meses, período em que normalmente o setor contrata”, afirmou presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto.

A falta de confiança dos investidores e das famílias, a escassez de lançamentos imobiliários e a ausência de licitações para novas obras de habitação social e infraestrutura sinalizam que a recessão se prolongará no ano que vem”, acrescentou o executivo.

nosotros 12 meses até setembro, o setor registrou perda de 13,78% no número de empregos, esto es, hubo una reducción 490,690 miles de puestos de trabajo.

Na comparação mensal, a baixa foi de 1,76% o 53,922 miles de puestos de trabajo, desconsiderando os fatores sazonais, o que marcou a 19ª queda consecutiva do indicador.

O segmento imobiliário foi o que teve a maior retração (-2,35%) en septiembre, em comparação a agosto, seguido pelo segmento de preparação de terrenos (-2,04%).

En el año, o segmento de infraestrutura apresenta a maior queda (-13,95%), seguido pelo segmento imobiliário (-11,92%).

ya en 12 meses até setembro, o imobiliário registrou baixa de 16,88% e infraestrutura teve redução de 15,88%, as duas maiores variações negativas nessa base.

fuente: Exame.com


*** Si usted está a favor de una prensa totalmente libre e imparcial, colaborar disfrutando de nuestra página en Facebook y visitar a menudo el AM Mensaje.


contacto Condiciones de uso wp: (92) 99344-0505