11/10/2015 08h10 - Actualizado 13/10/2015 10h17

Policiais civis se juntam a movimento militar e prometem entrar de greve na quarta-feira

Os policiais se reuniram ontem na sede da ACS.
foto: APEAM
foto: APEAM

Policiais militares se reuniram no sábado (10), na sede da Associação dos Cabos e Soldados da Polícia e Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (ACS), avenida Torquato Tapajós en, barrio de Flores, zona central del sur de Manaos, para definir o que fariam com relação ao último posicionamento do Governo do Estado sobre a questão das promoções e data base da categoria.

De esta vez, juntou-se ao movimento representantes do Sindicato dos Escrivães e Investigadores da Polícia Civil (Sindeipol), que também cobram do Estado a data base. O presidente do Sindeipol, Rômulo Valente, informou que se trata de uma reclamação coletiva das polícias. “Estamos sentindo na pele o que os militares tanto se queixam”, agrega.

Antes da assembleia desta tarde, após pressão imposta nas últimas semanas pela Associação dos Praças do Estado do Amazonas (APEAM) através de ofícios enviados diretamente ao governo e também constantes reuniões, representantes do gabinete do governador acionaram a diretoria da associação para uma nova reunião, marcada para a próxima quarta-feira (14), 15h, na unidade da Djalma Batista da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). esta vez, a conversa será diretamente com o governador, José Melo.

Uma das exigências do governo é que essa reunião seja com os representantes das associações. Así mismo, policiais militares e civis prometem comparecer em peso para acompanhar.

O presidente da Apeam, Gerson Feitosa, ressaltou que todas as formas de negociação foram discutidas com o governo, porém nenhum dos apelos foi atendido. “Já tentamos de tudo. É um absurdo sermos ignorados sempre que propomos algo. Sempre são remarcadas reuniões que não resultam em nada. Se nada for definido dessa vez, vamos ter que paralisar as atividades. Não nos resta escolha. Simples así. Só lamento.”, concluye.

Caso o encontro não resulte em algo definitivo, o servidores pretendem entrar em greve a partir do momento que souberem da resposta do governo. Eles sairão do auditório da UEA em passeata pela avenida Djalma Batista até à sede da ACS.

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