Seguno Datafolha, 45% dos deputados apoiam renúncia de Cunha

Cunha é alvo de inquérito no STF por suspeita de envolvimento no escândalo do petrolão.
30/10/2015 13h25 - Actualizado 30/10/2015 13h25
foto: Campanato Valter (Agencia Brasil)

Uma pesquisa do Instituto Datafolha realizada com 324 de 513 deputados revela que 45% su, quase a metade, defendem a renúncia do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Ele é alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal por suspeita de envolvimento no escândalo do petrolão e já foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República. O Ministério Público descobriu que ele manteve contas secretas na Suíça, o que o peemedebista negou à Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobras. Cunha foi denunciado ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara, mas rejeita deixar o cargo.

A pesquisa foi publicada pelo jornal Folha de S. Paul el viernes. Segundo o instituto, 25% dos entrevistados acham que Eduardo Cunha deve permanecer no cargo, mi 30% decidiram não se posicionar sobre a questão.
Mais de metade dos deputados (52%) não respondeu se votaria pela cassação do mantado de Eduardo Cunha, eleito no início do ano para presidir a Câmara em uma derrota do governo federal no Legislativo. Votariam a favor da cassação 35% miembros, mi 13% disseram que votariam contra, o sea, pela manutenção do mandato parlamentar.

O Datafolha ouviu 63% dos deputados em exercício entre os dias 19 mi 28 Octubre. Mauro Paulino, diretor do instituto, afirmou que a pesquisa não possui o mesmo grau de confiabilidade dos levantamentos eleitorais por causa da alta taxa de deputados que se recusaram a participar ou não foram encontrados – 37%. Ele também alertou que muitos deixaram de responder a questões para não se comprometer. “Há um número significativo de parlamentares escondendo o jogo”, dicho. “Os resultados finais indicam tendências gerais, mas não são representativos do total do Congresso.

A pesquisa também analisou o posicionamento de deputados e senadores sobre um processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A lei prevê cabe à Câmara decidir sobre a abertura do processo de afastamento do presidente da República, e ao Senado votar a questão em definitivo.

Entre os deputados, 39% disseram que votarão a favor da abertura e 32% afirmaram que serão contra, caso tenham que decidir sobre a questão. en conjunto, 29% não responderam ou disseram que não tinham opinião formada sobre o assunto. Para que os deputados sejam consultados, Presidente de la Cámara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tem de aceitar um dos pedidos de impeachment protocolados no Legislativo. Uma comissão especial será formada para dar aval ao processo. No plenário, a abertura do processo, que levaria ao afastamento imediato de Dilma, precisa do apoio de 342 de 513 – Cunha não vota.

De acuerdo con el periódico, nem o governo nem a oposição teriam atualmente os votos necessários para decidir sobre a abertura do processo no plenário da Câmara. sin embargo, Dilma estaria mais perto de se manter no cargo, porque não precisa formar maioria para barrar a abertura do impeachment.

Entre os senadores, 43% disseram que votariam contra o afastamento definitivo de Dilma, mi 37%, a favor. Não se posicionaram 20% dos senadores entrevistados. No total, o Datafolha ouviu 51 de 81 senadores em exercício.

fuente: Veja.com


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