CMM aprueba movimiento de repudio al IBAMA por no asistir a la audiencia que se discutió la BR-319

A justificativa foi que o licenciamento ambiental é conduzido pela Diretoria de licenciamento.
25/11/2015 10H26 - Actualizado 25/11/2015 10h27
foto: Tiago Correa / MMC

Aprobado en el pleno del Ayuntamiento de Manaus (CMM), la mañana del martes (24), Moción de repudio 703/2015, escrito por el concejal Torres Walfran (PTC), ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), por não comparecer a Audiência Pública, realizada pela Casa Legislativa no último dia 16, que discutiu a manutenção da BR 319.

de vez en cuando, o órgão alegou ausência porque o licenciamento ambiental é conduzido pela Diretoria de Licenciamento do instituto, que está en Brasilia, exiguidade de tempo para comparecer à reunião e pelo fato de a diretoria do órgão, no Amazonas, não dispor de servidor inteirado do assunto e com agenda disponível.

Para el autor de la propuesta, diante da falta de respeito do Ibama, a Câmara tinha que se manifestar contra a postura de ‘pouco caso’ do órgão. “Foi uma falta desrespeito com a Casa, que convidou previamente o instituto para participar do debate”, disparou Walfran Torres.

Durante la audiencia, Walfran – que participou da caravana que viajou de Porto Velho a Manaus pela BR-319, no mês de outubro passado – chamou a atenção para o abandono das famílias que vivem isoladas e abandonadas ao longo da rodovia, e precisam ter a sua dignidade e cidadania resgatadas enquanto alguns poucos tiram proveito do abandono da estrada. “Não entendo o porquê do Ibama colocar tantos embargos na obra. O poder público precisa assumir uma posição e dar condições de vida àqueles que vivem na área de influência dessa importante via de integração”, disse na reunião.


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