30/11/2015 10h36 - Actualizado 30/11/2015 10h36

Mortes violentas crescem 3,8 pontos percentuais em quatro décadas

Os dados são do IBGE e foram divulgados nesta segunda-feira, 30.
foto: Agencia Brasil

Durante las últimas cuatro décadas, a proporção de óbitos violentos no país, em relação ao total registrado, creció 3,8 pp, paso 6,4% en 1974 para 10,2%, en 2014. Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), publicado hoy (30), mostram ainda que a maioria (84,2%) das vítimas de mortes violentas é formada por homens, anciano 15 mi 24 años, mi 16,8% son mujeres, na mesma faixa etária.

Apesar do aumento registrado no númerto total de óbitos violentos, a gerente da pesquisa Estatísticas do Registro Civil, Cristiane Moutinho, ressalta a “significativa” queda de mortes por causa violenta em alguns estados do país. “É preciso destacar que houve realmente uma variação muito grande por unidade da Federação, com reduções significativas em São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Rondônia, Roraima, Pernambuco e Acre, nesta faixa etária [de 15 un 24 años]”.

En el otro extremo, a pesquisadora do IBGE destaca o Ceará como o estado onde houve maior aumento do percentual de mortes por causas violentas, principalmente na faixa etária entre 15 mi 24 años. “Quando você olha para o Ceará, por ejemplo, o aumento de mortes por causas violentas nesta faixa etária chegou, na última década, un 224,4% na última década. Houve também aumento no número de mortes por causas violentas nos estados da Bahia, Maranhão, Alagoas, Rio Grande do Norte e Piauí, tanto entre as pessoas do sexo masculino quanto feminino”.

Os dados da pesquisa indicam, por ejemplo, que a queda da mortalidade masculina por causas violentas no Rio de Janeiro chegou a cair 38,2 pp, paso 131,5, a cada 100 mil hombres, para 93,3. En Sao Paulo, o índice caiu 34,1 punto porcentual (de 125,7 para 91,6, a cada 100 mil hombres). Já em Alagoas, o índice mais que dobrou ao subir 87,8 puntos (de 73 para 160,8, a cada 100 mil), enquanto no Ceará a variação foi 72,2 puntos, paso 69,3 para 141,5 a cada 100 mil hombres, nas últimas quatro décadas.

Com a publicação de hoje, a pesquisa Estatísticas do Registro Civil completa 40 anos desde o início da divulgação de informações sobre o tema no Brasil, en 1974, quando o Instituto assumiu os encargos de coletar, sistematizar e divulgar os dados remetidos pelos Oficiais dos Cartórios do Registro Civil de Pessoas Naturais.

De acuerdo con el IBGE, essas informações são “de suma importância, já que esses eventos permitem construir Tábuas de Mortalidade que irão subsidiar as projeções populacionais por método demográfico”. O instituto lembra que nesses 40 años, o país passou por mudanças profundas nas componentes da dinâmica demográfica, principalmente em relação aos níveis e padrões de fecundidade e de mortalidade, “influenciando significativamente a composição por sexo e idade da população brasileira”.

fuente: Agencia Brasil

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