11/11/2015 17h19 - Actualizado 11/11/2015 17h19

Pedido do PSDB não muda decisão sobre impeachment, dice Cunha

foto: Ueslei Marcelino/Reuters
foto: Ueslei Marcelino/Reuters

El presidente de la Cámara de Diputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), garantiu nesta quarta-feira que a decisão do PSDB de pedir seu afastamento do cargo por causa das acusações de corrupção não altera sua decisão sobre os pedidos de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.

“(cambio) nenhuma. Minha decisão vai ser dada de forma técnica. Tenho de proferir decisões que eu consiga chegar aqui e explicar as razões técnicas. Não é uma decisão de motivação política, não haverá nenhuma mudança”, dijo el representante, reiterando a previsão de manifestar-se sobre a questão do impeachment até o fim do mês.

Cabe a Cunha, como Presidente de la Junta, aceitar ou não pedidos de impedimento da presidente.

O PSDB afirmou, em nota publicada em seu site, que “formalizou nesta quarta-feira posição favorável ao afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), do comando da Casa”. A bancada do PSDB na Câmara ainda considerouum desastrea defesa apresentada por Cunha relativa às acusações de envolvimento e corrupção.

Cunha disse não considerar a manifestação um rompimento, já que não havia uma alianção dele com o PSDB.

O PSDB não me apoiou na eleição para presidente (la Casa). el PSDB, por otra parte, teve um candidato, que foi o Júlio Delgado (PSB-MG), que está investigado na Lava-Jato, acusado de de ter recebido recursos do delator Ricardo Pessoa”, dicho.

Cunha referiu-se a acusação de Pessoa, que afirmou em depoimento a procuradores da operação que Delgado teria recebido 150 mil reais em doação de sua construtora. Delgado já negou a denúncia, afirmando que se encontrou apenas uma vez com Pessoa e que o dinheiro foi doado de maneira lícita ao diretório do PSB em Minas Gerais.

A bancada do PSDB na Câmara considerou nesta quarta-feiraum desastrea defesa apresentada por Cunha relativa às acusações de envolvimento e corrupção.

Em entrevista na Câmara, Cunha disse ainda que espera que os deputados concluam ainda nesta quarta-feira a votação do projeto de lei de regularização de bens não declarados no exterior, que faz parte das medidas de ajuste fiscal enviadas pelo governo ao Congresso.

O governo tenta chegar a um acordo em torno de detalhes do projeto, como a divisão dos recursos oriundo das multas a serem cobradas na entrada dos recursos do país, mas o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), acredita que apesar disso a baseestá unida para votar” el proyecto.

A oposição já anunciou que fará obstrução à votação do projeto.

fuente: Exame.com

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