13/11/2015 10h21 - Actualizado 5/05/2016 03h30

Pnad 2014: Mulheres tem salários 25,5% menor que dos homens

Percentual é baseado na média de salário da maioria dos brasileiros, registrado ano passado.
foto: Agencia Brasil
foto: Agencia Brasil

As mulheres recebem, en media, 74,5% do rendimento dos homens. A constatação é da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2014, publicado hoy (13) el Instituto Brasileño de Geografía y Estadística (IBGE). En el año anterior, a proporção atingia 73,5%.

O rendimento médio mensal real, o sea, después de la inflación, alcançou R$ 1.987 entre os homens no ano passado, enquanto o das mulheres foi R$ 1.480. Na faixa de 15 años de edad o mayores, entre a população em geral, o rendimento médio mensal ficou em torno de R$ 1.774, superando em 0,8% a média do rendimento apurado em 2013, que foi R$ 1.760. Já o rendimento médio mensal real domiciliar per capita cresceu 2,4%, subindo de R$ 1.217 para R$ 1.246.

en 2014, o Brasil tinha 98,6 milhões de pessoas ocupadas, aumentado 2,9% em comparação com 2013, enquanto a população em idade ativa evoluiu 1,7% no período. A proporção de pessoas ocupadas entre a população em idade ativa foi de 61,9% el año pasado, mostrando aumento de 61,2% en relación a 2013. Entre as mulheres, o aumento ficou em 51,2% mi, entre os homens, 73,7%.

Sobre a forma de inserção no mercado de trabalho, a pesquisa revela que a participação dos empregados com carteira de trabalho assinada, 60,5 millones de personas, diminuiu um ponto percentual, tendo alcançado 61,3% en 2014. Já os trabalhadores por conta própria evoluíram de uma fatia de 20,7% do pessoal ocupado para 21,4%, totalizando 21,1 millones de personas.

O contingente de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado em atividade não agrícola, que somou 35,1 milhões de pessoas em 2014, aumentado 1% (más 345 mil trabajadores). Essa expansão só não ocorreu no Sudeste, que apresentou queda de 1,2%.

Desocupados

O contingente de pessoas desocupadas também aumentou em 2014. Eram 7,3 milhões de pessoas desocupadas no ano passado, 9,3% a mais que em 2013. A taxa de desocupação ficou em 6,9% no ano pesquisado, contra 6,5% en 2013.

O maior aumento do desemprego foi verificado na Região Sudeste, com um crescimento de 15,8% no número de pessoas desocupadas. Mais da metade, ou o correspondente a 56,7% dos desocupados, eram mulheres, mi 28,3% do total de desocupados nunca tinham trabalhado.

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