05/11/2015 16h07 - Actualizado 5/11/2015 22h36

Na Fiesp, Levy volta a falar da importância de aumentar impostos para equilibrar contas

foto: Pedro Ladeira / Folhapress
foto: Pedro Ladeira / Folhapress

El Ministro de Hacienda, Joaquim Levy, voltou a reforçar a importância do aumento da carga tributária para o país conquistar a estabilidade fiscal e retomar uma trajetória de crescimento. “Certamente, a questão do Brasil não será resolvida só com [alta de] impostos, aunque, provisionalmente, tenhamos que contar com algum reforço”, dicho, durante evento na Federação das Industrias do Estado de São Paulo (Fiesp), uma das principais entidades que brigam, justo, contra o aumento de impostos.

Una conferencia de prensa, ele comparou os 32 bilhões de reais previstos com a eventual recriação da CPMF, la “imposto do cheque”, com o total gasto com o Bolsa Família ou seguro-desemprego. “Se você não tem determinado recurso, você vai ter que descobrir o que deixar de gastar, e como é que será a vida, mas certamente será mais difícil e trará mais intranquilidade”, dijo. Aliado a isso, Levy enfatizou a importância de reformar o gasto público e defendeu, inclusivo, a desvinculação orçamentária na saúde e educação para dar mais flexibilidade ao governo trabalhar com suas receitas e despesas. A vinculação orçamentária são os gastos obrigatórios estabelecidos pela Constituição ou leis específicas, que, segundo seus críticos, deixa pouca margem de manobra para os gestores públicos na administração dos recursos.

Sobre a perspectiva de o país ter um superávit primário (economia para o pagamento de juros da dívida pública) el año que viene – já que em 2015 o déficit é certo -, Levy disse que éviável e necessária, mas que exigirá decisãoda sociedade e do Congresso. “A Lei de Diretrizes Orçamentárias já foi lida, com uma meta de 0,7% [START revuelo] e vamos ter que tomar as medidas necessárias, tanto do lado do gasto quanto do lado das receitas”, dijo, voltando a repetir que nãohá fórmula mágica ou fácil”. “Não há dinheiro a ser encontrado no fim do arco-íris”, dicho.

Na semana passada o governo passou a admitir pela primeira vez que o produto interno bruto (INICIO) de 2016 será negativo, con la caída de 1%. Questionado sobre quando o país sairá da recessão, Levy não cravou uma data, mas disse que seráum pouco depois” – dois ou três trimestresde o país resolver seus problemas fiscais.

Para Levy, por lo tanto, a estabilidade fiscal é o primeiro passo para o Brasil voltar a crescer. Según él, após ter acasa em ordeme a confiança retomada, a demanda reagirá para, por último, reformas mais profundas serem feitas. Sin embargo, o terceiro passoa promoção de reformas mais profundas, com o foco na ofertademandam vontade política e o apoio da sociedade.

Primeiro é preciso resolver a questão fiscal, dice ministro, “para entrar no ano [de 2016] já sabendo a regra do jogo. Sem saber a regra do jogo, é pelada, não é futebol”, dicho. “En seguida, pode-se entrar firmemente nas chamadas reformas estruturais, reunir vontade política (…) para fazer reformas profundas, para dar forma ao país que a gente quer. Um país da inclusão, da eficiência, e o mais rápido possível.

Após o evento na Fiesp, Levy tem um encontro marcado com o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco. En seguida, o ministro participa de reunião na Associação Paulista de Empresários de Obras Públicas (Apeop).

fuente: Veja.com

*** Si usted está a favor de una prensa totalmente libre e imparcial, colaborar disfrutando de nuestra página en Facebook y visitar a menudo el AM Mensaje.

Ultimas Noticias

contacto Condiciones de uso wp: (92) 99344-0505