PF investiga se empreiteiras da Lava Jato desviaram dinheiro da transposição do Rio São Francisco

11/12/2015 09h53 - Actualizado 11/12/2015 09h53
foto: Vagner Rosário/VEJA.com

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira uma operação que investiga o superfaturamento de obras de engenharia em dois dos catorze lotes da transposição do rio São Francisco. Agentes da PF cumprem, en conjunto, 32 órdenes, sendo quatro de prisão, quatro de condução coercitiva e 24 búsqueda y captura. Cento e cinquenta agentes foram acionados em nove Estados – Pernambuco, Goiás, Mato Grosso, Ceará, San Pablo, Rio de Janeiro, Rio grande do Sul, Bahia e Brasília.

Os investigadores apuram se um consórcio formado pela OAS, Galvão Engenharia, Barbosa Melo e Coesa utilizou empresas de fachada para desviar cerca de 200 milhões de reais das verbas públicas destinadas à transposição do rio, no trecho que vai do agreste pernambucano até a Paraíba. Os contratos investigados, hasta el momento, são da ordem de 680 millones de reales.

Algumas dessas empresas laranjas estão em nome do doleiro Alberto Youssef e do lobista Adir Assad, que já foram condenados por envolvido no escândalo de corrupção na Petrobras. Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, fraude na execução de contratos e lavagem de dinheiro.

O nome dado à operação é Vidas SecasSinhá Vitória em referência ao personagem do livro de mesmo nome de Graciliano Ramos. Na obra, Sinhá Vitória é a mulher do vaqueiro Fabiano que o alerta sobre as trapaças do proprietário da fazenda onde ele trabalha. Apesar de terem alvos em comum, as apurações não são conduzidas pela força-tarefa da Lava Jato.

fuente: Veja.com


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