31/12/2015 09h57 - Actualizado 31/12/2015 09h57

Revista britânicaEconomistprevê um 2016 desastroso para o Brasil

A publicação faz um retrospecto das crises econômicas e política que assolam o país.
foto: The Economist/Reprodução

A foto de uma presidente Dilma Rousseff cabisbaixa e o títuloQueda do Brasilajudam a compor a primeira capa da revista britânica The Economist de 2016. Na reportagem, a publicação faz um retrospecto das crises econômicas e política que assolam o país e prevê um ano desastroso.

Em vez de um clima de festa que era esperado para o começo do ano, com a proximidade das Olimpíadas, a revista diz que o país encara umdesastre político e econômico”. O texto faz menção à perda do grau de investimento pela agência de classificação de risco Fitch e a posterior saída do governo no ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

A revista ainda lembra que a previsão é que a economia do país caia entre 2,5% mi 3% en 2016 — não muito diferente do que é esperado para 2015. “Mesmo a Rússia, rica em petróleo, que enfrentou diversas sanções, deve crescer mais”, agregó.

Na esfera política, a Economist cita o descrédito do governo devido aos desdobramentos da Operação Lava Jato, que tem a Petrobras como principal alvo. Además, fala das acusações de que Dilma tentou esconder o tamanho do déficit fiscal do país e o processo de impeachment contra a presidente.

Como a letra “segundo” dos BRICS, grupo de países emergentes, o Brasil, cita a revista, “supostamente deveria estar na vanguarda do crescimento”. Sin embargo, em vez disso, agrega, “enfrenta uma turbulência politica e, tal vez, um retorno à inflação galopante”. “Somente escolhas difíceis podem colocar o país de volta nos eixos, pero, por ahora, a presidente Dilma não parece ter estômago para isso”, dice.

A Economist ainda afirma que a deterioração econômica do paíse de outros emergentesse deve, en parte, à queda dos preço das commodities. “Mas Dilma e o PT pioraram ainda mais a situação”, dice. Durante o seu primeiro mandato, de 2011 un 2014, a reportagem lembra que Dilma gastou de forma imprudente e concedeu incentivos fiscais a setores improdutivos. Con eso, o déficit fiscal saltou de 2% do PIB em 2010 para 10% en 2015.

A revista ainda dá um voto de confiança ao novo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa. Diz que seu poder de decisão é maior novo cargo, já que tem apoio político do PT. Además, tem poder de barganha, porque Dilmanão se dar ao luxo de perder mais um ministro da Fazenda”. Segundo o texto,o teste inicial será se Barbosa convencerá o Congresso a aprovar medidas de alta de impostos.

A esperança é que o Brasil, que alcançou, a duras penas, a estabilidade econômica e política, não se perca em uma má gestão crônica e bagunçada”, dice la revista, no último parágrafo.

fuente: Veja.com

*** Si usted está a favor de una prensa totalmente libre e imparcial, colaborar disfrutando de nuestra página en Facebook y visitar a menudo el AM Mensaje.

Ultimas Noticias

contacto Condiciones de uso wp: (92) 99344-0505